Pós-Graduação.Preço:Matrícula 150,00+ 15x de 130,00 ao Mês!
Documentação exigida(todas autenticadas em cartório)
01 Diploma de Graduação
02 foto 3x4 recentes(coloque seu nome atrás da foto)
Certidão de nascimento ou casamento
CPF
RG
Cursos na área Educacional:
ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E PLANEJAMENTO
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
CIÊNCIAS DA RELIGIÃO
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E PLANEJAMENTO
DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR
DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS
EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
EDUCAÇÃO DO CAMPO
EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
EDUCAÇÃO INCLUSIVA, ESPECIAL E POLÍTICAS DE INCLUSÃO
EDUCAÇÃO INFANTIL E ESPECIAL
EDUCAÇÃO INFANTIL, ESPECIAL E TRANSTORNOS GLOBAIS
EDUCAÇÃO INFANTIL, NEUROCIÊNCIA E APRENDIZAGEM
EDUCAÇÃO MUSICAL
ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA
ENSINO DE ARTES: TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS
ENSINO DE BIOLOGIA
ENSINO DE FILOSOFIA
ENSINO DE FÍSICA
ENSINO DE GEOGRAFIA
ENSINO DE HISTÓRIA
ENSINO DE LÍNGUA ESPANHOLA
ENSINO DE LÍNGUA INGLESA
ENSINO DE MATEMÁTICA
ENSINO DE QUÍMICA
ENSINO DE SOCIOLOGIA
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GEOGRAFIA FÍSICA E DAS POPULAÇÕES
GESTÃO ESCOLAR INTEGRADA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
HISTÓRIA DO BRASIL
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO
INSPEÇÃO ESCOLAR
INSPEÇÃO ESCOLAR E PRÁTICAS DE SUPERVISÃO
LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
LINGUÍSTICA APLICADA NA EDUCAÇÃO
LUDOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL
MATEMÁTICA FINANCEIRA E ESTATÍSTICA
NEUROCIÊNCIA E PSICOPEDAGOGIA
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL E PRÁTICAS DE SUPERVISÃO
PEDAGOGIA SOCIAL E ELABORAÇÃO DE PROJETOS
PSICOMOTRICIDADE: TEORIAS E PRÁTICAS
PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL
SUPERVISÃO ESCOLAR E GESTÃO DE PROJETOS
TREINAMENTO DESPORTIVO: JOGOS, TESTES E PROVAS
TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Cursos na área Jurídica:
DIREITO ADMINISTRATIVO
DIREITO AMBIENTAL
DIREITO EMPRESARIAL
DIREITO TRIBUTÁRIO
Cursos na área Empresarial:
CONTABILIDADE PÚBLICA E LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL
FORMAÇÃO DE CONSULTORES EM ORGANIZAÇÕES
GESTÃO AMBIENTAL
GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
GESTÃO DE CIDADES E PLANEJAMENTO URBANO
GESTÃO DE EQUIPES E VIABILIDADE DE PROJETOS
GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E MEIO AMBIENTE
GESTÃO PÚBLICA E LEGISLAÇÃO URBANA
INSTRUMENTALIDADE DO SERVIÇO SOCIAL
MBA EXECUTIVO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE PESSOAS
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO E LOGÍSTICA EMPRESARIAL
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO E PROJETOS EM TURISMO
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO EM PETRÓLEO E GÁS
MBA EXECUTIVO EM MARKETING E GESTÃO ESTRATÉGICA
MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE
PEDAGOGIA EMPRESARIAL E DINÂMICA DE GRUPO
POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO E SERVIÇOS SOCIAIS
SEGURANÇA NO TRABALHO
Cursos na área de Engenharia:
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Cursos na área da Saúde:
ENFERMAGEM DO TRABALHO
GESTÃO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
GESTÃO DE PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA
GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA E MEIO AMBIENTE
GESTÃO DO SUAS - SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA
GESTÃO EM SAÚDE MENTAL
Maiores informações e inscrições com ANA:
18-32722747/91340613/96242344/81656311
MINHAS CURIOSIDADES
Por favor, não me peçam para enviar materiais por e-mail, aqui tenho bastante...é só dar uma pesquisadinha.bj!!!
sexta-feira, 23 de março de 2012
Cursos de aperfeiçoamento180 e 240hs totalmente a distância emitidos por Universidade
Estou trabalhando com cursos de 180 e 240 hs, o preço é 140 reais com material on line e 240 com material impresso mais matrícula de 50,00.Você que é estudante também pode fazer, é só enviar o comprovante de que é aluna.Amanhã estou enviando a documentação das novas inscrições.Você faz tudo on line e o certificado sai pela Universidade Cândido Mendes.Se você conhecer quem quer fazer Pós-Graduação e MBA com tudo on line a inscrição sai por 150,00 e as mensalidades por 130,00 mês.Faça parte da nossa turma, bjs!!!
PARA ESTE MOMENTO SÃO OFERECIDOS OS CURSOS ABAIXO:
Cursos de Aperfeiçoamento. Preço:Matrícula 50,00+ 140 com material on line OU 240 com material impresso.Podem ser divididos em 2x no boleto(2x70,00 ou 2x 120,00)Obs:cursos de 180 e 240 hs são o mesmo valor!
Documentação exigida(cópia simples)
01Comprovante de Graduação ou cursando
01 foto 3x4(coloque seu nome atrás da foto)
Certidão de nascimento ou casamento
CPF
RG
Todos os cursos são emitidos certificados pela Universidade Candido Mendes existente desde 1902.Podem ver a grade docursos através do site:www.ucamprominas.com.br.Maiores informações e matrículas:32722747/91340613/96242344/81656311 com Ana Paula!
Cursos de 180hs:
ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS E O PROCESSO DE NEGOCIAÇÃO 180
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
ARTE E CULTURA
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, POLÍTICAS E PROGRAMAS DE SAÚDE
BIOLOGIA: GENÉTICA E EVOLUÇÃO
COMUNICAÇÃO E INFORMATICA NA EDUCAÇÃO
COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO
CONSULTORIA, COMUNICAÇÃO E TENDÊNCIAS EMPRESARIAIS
CONTABILIDADE PÚBLICA E LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E GESTÃO DE EQUIPES
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E PLANEJAMENTO
DIREITO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
EDUCAÇÃO AMBIENTAL E LEGISLAÇÃO URBANA
EDUCAÇÃO FÍSICA E ESCOLAR
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESPECIAL
EDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO MUSICAL
ENDOMARKETING
ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA
ENSINO DA LÍNGUA INGLESA
ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA
ENSINO DA LINGUA PORTUGUESA E LÍNGUA INGLESA
ENSINO DE ARTES
ENSINO DE ARTES - TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS ARTÍSTICOS
ENSINO DE BIOLOGIA
ENSINO DE FILOSOFIA
ENSINO DE FÍSICA
ENSINO DE GEOGRAFIA
ENSINO DE HISTÓRIA
ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
ENSINO DE MATEMÁTICA
ENSINO DE MATEMÁTICA,ÁLGEBRA E ESTATÍSTICA
ENSINO DE QUÍMICA
ENSINO DE SOCIOLOGIA
ENSINO RELIGIOSO
ESTRATEGIA DE ENSINO PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL
FORMAÇÃO DE CONSULTORES EM ORGANIZAÇÕES
FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESPECIAL
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GEOGRAFIA FISICA
GEOGRAFIA FISICA
GERENCIAMENO DE PROJETOS, VIABILIDADE E POLÍTICAS PÚBLICAS
GERENCIAMENTO DE PROJETOS
GESTÃO AMBIENTAL 180
GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACEUTICA
GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E SAÚDE
GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS
GESTÃO DE CIDADES E PLANEJAMENTO URBANO
GESTÃO DE CIDADES E SISTEMAS DE TRANSPORTES
GESTÃO DE EQUIPES E ESTRATÉGIAS DE MARKETING
GESTÃO DE LOGISTICA EMPRESARIAL
GESTÃO DE NEGÓCIOS
GESTÃO DE PESSOAS
GESTÃO DE PESSOAS, NEGÓCIOS E LOGÍSTICA
GESTÃO DE PETRÓLEO E GAS
GESTÃO DE PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA
GESTÃO DE PROJETOS E PRÁTICAS DE CONTABILIDADE PÚBLICA
GESTÃO DE RESÍDUOS
GESTÃO DE SAÚDE MENTAL
GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA
GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
GESTÃO DE TURISMO
GESTÃO DE TURISMO E MEIO AMBIENTE
GESTÃO E ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS
GESTÃO EM LOGÍSTICA HOSPITALAR E ASSISTÊNCIA A SAÚDE
GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA
GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA E PROJETOS SOCIAIS
GESTÃO EM SERVIÇOS SOCIAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS
GESTÃO EM SERVIÇOS SOCIAIS, PLANEJAMENTO E POLÍTICAS PÚBLICAS
GESTÃO ESCOLAR
GESTÃO ESCOLAR, PLANEJAMENTO E PROJETOS
GESTÃO ESTRATÉGICA
GESTÃO ESTRATEGICA DE NEGOCIOS E MARKETING
GESTÃO HOSPITALAR
GESTÃO PÚBLICA
GESTÃO, SAÚDE E SOCIEDADE
HISTÓRIA DA ARTE
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
INCLUSÃO ESCOLAR: UM DESAFIO ENTRE O IDEAL E O REAL
INSPEÇÃO ESCOLAR
INSPENÇÃO ESCOLAR E TENDÊNCIAS ATUAIS NA EDUCAÇÃO
JOGOS E PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
LIDERANÇA E GESTÃO DE EQUIPES
LIDERANÇA, ÉTICA E GESTÃO DE EQUIPES
LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
LITERATURA BASILEIRA E LITERATURA ESPANHOLA
LOGÍSTICA EMPRESARIAL E PROJETOS DE TURISMO
MARKETING E GESTÃO ESTRATÉGICA
MATEMÁTICA FINANCEIRA E ESTATÍSTICA
MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE
MEIO AMBIENTE, TURISMO E SUSTENTABILIDADE
METODOLOGIA CIENTÍFICA E DIDÁTICA
METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA E ESPANHOLA
METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
METODOLOGIA DO ENSINO DE FÍSICA
METODOLOGIA DO ENSINO DE FÍSICA E QUIMICA
METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA
METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMATICA E FÍSICA
METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR
MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO E PRÁTICAS PSICOPEDAGÓGICAS
MÉTODOS E TÉCNICAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS E GESTÃO AMBIENTAL
METODOS E TECNICAS DE TRABALHO COM FAMÍLIAS
MÉTODOS E TÉCNICAS DE TRABALHO COM FAMÍLIAS
METOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
O PERFIL DO NOVO EDUCADOR
ORÇAMENTO PÚBLICO, PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO EDUCACIONAL
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A DIVERSIDADE
PEDAGOGIA EMPRESARIAL
PEDAGOGIA EMPRESARIAL E MEIO AMBIENTE
PEDAGOGIA SOCIAL
PEDAGOGIA SOCIAL, SOCIEDADE E INFORMAÇÃO
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
POLÍTICAS EDUCACIONAIS
POLÍTICAS PUBLICAS, ÉTICA E PLANEJAMENTO
PRÁTICAS DE SUPERVISÃO ESCOLAR, ÉTICA E POLÍTICAS EDUCACIONAIS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO GESTOR ESCOLAR
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO INSPETOR ESCOLAR
PRÁTICAS PSICOPEDAGÓGICAS, ARTE E MEIO AMBIENTE
PSICOMOTRICIDADE
PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL
QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO
QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO
RACIOCÍNIO LÓGICO
RACIOCÍNIO LÓGICO
RELAÇÕES HUMANAS E LIDERANÇA
SAUDE DA FAMÍLIA E POLÍTICAS DE INCLUSÃO
SAÚDE PÚBLICA
SAÚDE PÚBLICA
SEGURANÇA NO TRABALHO E MEIO AMBIENTE
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL, TRANSPORTES E AGRONEGÓCIOS
SUPERVISÃO ESCOLAR
TÉCNICAS CORPORAIS
TENDÊNCIAS EM GESTÃO EMPRESARIAL
TENDÊNCIAS EMPRESARIAIS E SOCIAIS
TENDÊNCIAS ESPECIAIS DE BIOLOGIA E QUÍMICA
TEORIAS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
TEORIAS E PRÁTICAS DA PSICOMOTRICIDADE E EDUCAÇÃO ESPECIAL
TEORIAS E PRÁTICAS PSICOPEDAGÓGICAS, ARTES E JOGOS
TGD- TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO - CONDUTAS TÍPICAS
TÓPICOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA
TÓPICOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA
TÓPICOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA
TÓPICOS DA LÍNGUA ESPANHOLA
TÓPICOS DA LÍNGUA INGLESA
TÓPICOS DA LINGUA PORTUGUESA
TÓPICOS DA LÍNGUA PORTUGUESA
TÓPICOS DAS RELIGIÕES
TÓPICOS DE APRENDIZAGENS
TÓPICOS DE BIOLOGIA E SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL
TÓPICOS DE ÉTICA, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA
TÓPICOS DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO
TÓPICOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
TÓPICOS ESPCIAIS DA LINGUA PORTUGUESA
TÓPICOS ESPECIAIS DE ARTES, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA
TREINAMENTO DESPORTIVO
TREINAMENTO DESPORTIVO, PLANEJAMENTO E INFORMAÇÃO
TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E COMUNICAÇÃO
Cursos de 240hs:
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 240
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, POLÍTICAS E PROGRAMAS DE SAÚDE
COMUNICAÇÃO E INFORMATICA NA EDUCAÇÃO
CONSULTORIA, COMUNICAÇÃO E TENDÊNCIAS EMPRESARIAIS
CONTABILIDADE PÚBLICA E LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E GESTÃO DE EQUIPES
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E PLANEJAMENTO
DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
EDUCAÇÃO AMBIENTAL E LEGISLAÇÃO URBANA
EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESPECIAL
EDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO MUSICAL
ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA
ENSINO DA LÍNGUA INGLESA
ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA
ENSINO DA LINGUA PORTUGUESA E LINGUA INGLESA
ENSINO DE ARTES
ENSINO DE ARTES - TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS ARTÍSTICOS
ENSINO DE BIOLOGIA
ENSINO DE FILOSOFIA
ENSINO DE FÍSICA
ENSINO DE GEOGRAFIA
ENSINO DE HISTÓRIA
ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
ENSINO DE MATEMÁTICA
ENSINO DE MATEMÁTICA, ÁLGEBRA E ESTATÍSTICA
ENSINO DE QUÍMICA
ENSINO DE SOCIOLOGIA
ENSINO RELIGIOSO
FORMAÇÃO DE CONSULTORES EM ORGANIZAÇÕES
FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESPECIAL
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GERENCIAMENTO DE PROJETOS
GERENCIAMENTO DE PROJETOS, VIABILIDADE E POLÍTICAS PÚBLICAS
GESTÃO AMBIENTAL
GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E SAÚDE
GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS
GESTÃO DE CIDADES E PLANEJAMENTO URBANO
GESTÃO DE CIDADES E SISTEMAS DE TRANSPORTES
GESTÃO DE EQUIPES E ESTRATÉGIAS DE MARKETING
GESTÃO DE LOGÍSTICA EMPRESARIAL
GESTÃO DE NEGÓCIOS
GESTÃO DE PESSOAS
GESTÃO DE PESSOAS, NEGÓCIOS E LOGÍSTICA
GESTÃO DE PETRÓLEO E GAS
GESTÃO DE PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA
GESTÃO DE PROJETOS E PRÁTICAS DE CONTABILIDADE PÚBLICA
GESTÃO DE SAÚDE MENTAL
GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA
GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
GESTÃO DE SERVIÇOS SOCIAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS
GESTÃO DE TURISMO
GESTÃO DE TURISMO E MEIO AMBIENTE
GESTÃO EM LOGÍSTICA HOSPITALAR E ASSISTÊNCIA A SAÚDE
GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA
GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA E PROJETOS SOCIAIS
GESTÃO EM SERVIÇOS SOCIAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS
GESTÃO EM SERVIÇOS SOCIAIS, PLANEJAMENTO E POLÍTICAS PÚBLICAS
GESTÃO ESCOLAR
GESTÃO ESCOLAR, PLANEJAMENTO E PROJETOS
GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS E MARKETING
GESTÃO HOSPITALAR
GESTÃO PÚBLICA
GESTÃO, SAÚDE E SOCIEDADE
GESTÃO, SAÚDE E SOCIEDADE
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO
INSPEÇÃO ESCOLAR
INSPEÇÃO ESCOLAR E TENDÊNCIAS ATUAIS NA EDUCAÇÃO
INSPENÇÃO ESCOLAR E TENDÊNCIAS ATUAIS NA EDUCAÇÃO
JOGOS E PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO FISICA ESCOLAR
LIDERANÇA E GESTÃO DE EQUIPES
LIDERANÇA, ÉTICA E GESTÃO DE EQUIPES
LIDERANÇA, ÉTICA E GESTÃO DE EQUIPES
LINGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
LITERATURA BRASILEIRA E LITERATURA ESPANHOLA
LOGÍSTICA EMPRESARIAL E PROJETOS DE TURISMO
MARKETING E GESTÃO ESTRATÉGICA
MATEMÁTICA FINANCEIRA E ESTATÍSTICA
MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE
MEIO AMBIENTE, TURISMO E SUSTENTABILIDADE
METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA E ESPANHOLA
METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
METODOLOGIA DO ENSINO DE FÍSICA E QUÍMICA
METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMATICA E FÍSICA
METODOS DE ALFABETIZAÇÃO E PRATICAS PSICOPEDAGOGICAS
MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO E PRÁTICAS PSICOPEDAGÓGICAS
MÉTODOS E TÉCNICAS DE GE RENCIAMENTO DE PROJETOS E GESTÃO AMBIENTAL
ORÇAMENTO PÚBLICO, PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A DIVERSIDADE
PEDAGOGIA EMPRESARIAL
PEDAGOGIA EMPRESARIAL E MEIO AMBIENTE
PEDAGOGIA SOCIAL
PEDAGOGIA SOCIAL, SOCIEDADE E INFORMAÇÃO
POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO
POLÍTICAS PÚBLICAS, ÉTICA E PLANEJAMENTO
PRÁTICAS DE SUPERVISÃO ESCOLAR, ÉTICA E POLÍTICAS EDUCACIONAIS PRÁTICAS PSICOPEDAGÓGICAS, ARTE E MEIO AMBIENTE
PSICOMOTRICIDADE
PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL
RELAÇÕES HUMANAS E LIDERANÇA
SAÚDE DA FAMILIA E POLITICAS DE INCLUSÃO
SEGURANÇA NO TRABALHO E MEIO AMBIENTE
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL, TRANSPORTES E AGRONEGÓCIOS
SUPERVISÃO ESCOLAR
TENDÊNCIAS ESPECIAIS DE BIOLOGIA E QUÍMICA
TEORIAS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
TEORIAS E PRATICAS DA PSICOMOTRICIDADE E EDUCAÇÃO ESPECIAL
TEORIAS E PRÁTICAS PSICOPEDAGÓGICAS, ARTES E JOGOS
TÓPICOS DE BIOLOGIA E SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL
TÓPICOS DE ÉTICA, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA
TÓPICOS DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO
TÓPICOS ESPECIAIS DA LÍNGUA PORTUGUESA
TÓPICOS ESPECIAIS DE ARTES, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA
TREINAMENTO DESPORTIVO
TREINAMENTO DESPORTIVO, PLANEJAMENTO E INFORMAÇÃO
TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E COMUNICAÇÃO
PARA ESTE MOMENTO SÃO OFERECIDOS OS CURSOS ABAIXO:
Cursos de Aperfeiçoamento. Preço:Matrícula 50,00+ 140 com material on line OU 240 com material impresso.Podem ser divididos em 2x no boleto(2x70,00 ou 2x 120,00)Obs:cursos de 180 e 240 hs são o mesmo valor!
Documentação exigida(cópia simples)
01Comprovante de Graduação ou cursando
01 foto 3x4(coloque seu nome atrás da foto)
Certidão de nascimento ou casamento
CPF
RG
Todos os cursos são emitidos certificados pela Universidade Candido Mendes existente desde 1902.Podem ver a grade docursos através do site:www.ucamprominas.com.br.Maiores informações e matrículas:32722747/91340613/96242344/81656311 com Ana Paula!
Cursos de 180hs:
ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS E O PROCESSO DE NEGOCIAÇÃO 180
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
ARTE E CULTURA
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, POLÍTICAS E PROGRAMAS DE SAÚDE
BIOLOGIA: GENÉTICA E EVOLUÇÃO
COMUNICAÇÃO E INFORMATICA NA EDUCAÇÃO
COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO
CONSULTORIA, COMUNICAÇÃO E TENDÊNCIAS EMPRESARIAIS
CONTABILIDADE PÚBLICA E LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E GESTÃO DE EQUIPES
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E PLANEJAMENTO
DIREITO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
EDUCAÇÃO AMBIENTAL E LEGISLAÇÃO URBANA
EDUCAÇÃO FÍSICA E ESCOLAR
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESPECIAL
EDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO MUSICAL
ENDOMARKETING
ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA
ENSINO DA LÍNGUA INGLESA
ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA
ENSINO DA LINGUA PORTUGUESA E LÍNGUA INGLESA
ENSINO DE ARTES
ENSINO DE ARTES - TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS ARTÍSTICOS
ENSINO DE BIOLOGIA
ENSINO DE FILOSOFIA
ENSINO DE FÍSICA
ENSINO DE GEOGRAFIA
ENSINO DE HISTÓRIA
ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
ENSINO DE MATEMÁTICA
ENSINO DE MATEMÁTICA,ÁLGEBRA E ESTATÍSTICA
ENSINO DE QUÍMICA
ENSINO DE SOCIOLOGIA
ENSINO RELIGIOSO
ESTRATEGIA DE ENSINO PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL
FORMAÇÃO DE CONSULTORES EM ORGANIZAÇÕES
FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESPECIAL
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GEOGRAFIA FISICA
GEOGRAFIA FISICA
GERENCIAMENO DE PROJETOS, VIABILIDADE E POLÍTICAS PÚBLICAS
GERENCIAMENTO DE PROJETOS
GESTÃO AMBIENTAL 180
GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACEUTICA
GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E SAÚDE
GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS
GESTÃO DE CIDADES E PLANEJAMENTO URBANO
GESTÃO DE CIDADES E SISTEMAS DE TRANSPORTES
GESTÃO DE EQUIPES E ESTRATÉGIAS DE MARKETING
GESTÃO DE LOGISTICA EMPRESARIAL
GESTÃO DE NEGÓCIOS
GESTÃO DE PESSOAS
GESTÃO DE PESSOAS, NEGÓCIOS E LOGÍSTICA
GESTÃO DE PETRÓLEO E GAS
GESTÃO DE PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA
GESTÃO DE PROJETOS E PRÁTICAS DE CONTABILIDADE PÚBLICA
GESTÃO DE RESÍDUOS
GESTÃO DE SAÚDE MENTAL
GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA
GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
GESTÃO DE TURISMO
GESTÃO DE TURISMO E MEIO AMBIENTE
GESTÃO E ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS
GESTÃO EM LOGÍSTICA HOSPITALAR E ASSISTÊNCIA A SAÚDE
GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA
GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA E PROJETOS SOCIAIS
GESTÃO EM SERVIÇOS SOCIAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS
GESTÃO EM SERVIÇOS SOCIAIS, PLANEJAMENTO E POLÍTICAS PÚBLICAS
GESTÃO ESCOLAR
GESTÃO ESCOLAR, PLANEJAMENTO E PROJETOS
GESTÃO ESTRATÉGICA
GESTÃO ESTRATEGICA DE NEGOCIOS E MARKETING
GESTÃO HOSPITALAR
GESTÃO PÚBLICA
GESTÃO, SAÚDE E SOCIEDADE
HISTÓRIA DA ARTE
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
INCLUSÃO ESCOLAR: UM DESAFIO ENTRE O IDEAL E O REAL
INSPEÇÃO ESCOLAR
INSPENÇÃO ESCOLAR E TENDÊNCIAS ATUAIS NA EDUCAÇÃO
JOGOS E PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
LIDERANÇA E GESTÃO DE EQUIPES
LIDERANÇA, ÉTICA E GESTÃO DE EQUIPES
LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
LITERATURA BASILEIRA E LITERATURA ESPANHOLA
LOGÍSTICA EMPRESARIAL E PROJETOS DE TURISMO
MARKETING E GESTÃO ESTRATÉGICA
MATEMÁTICA FINANCEIRA E ESTATÍSTICA
MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE
MEIO AMBIENTE, TURISMO E SUSTENTABILIDADE
METODOLOGIA CIENTÍFICA E DIDÁTICA
METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA E ESPANHOLA
METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
METODOLOGIA DO ENSINO DE FÍSICA
METODOLOGIA DO ENSINO DE FÍSICA E QUIMICA
METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA
METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMATICA E FÍSICA
METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR
MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO E PRÁTICAS PSICOPEDAGÓGICAS
MÉTODOS E TÉCNICAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS E GESTÃO AMBIENTAL
METODOS E TECNICAS DE TRABALHO COM FAMÍLIAS
MÉTODOS E TÉCNICAS DE TRABALHO COM FAMÍLIAS
METOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
O PERFIL DO NOVO EDUCADOR
ORÇAMENTO PÚBLICO, PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO EDUCACIONAL
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A DIVERSIDADE
PEDAGOGIA EMPRESARIAL
PEDAGOGIA EMPRESARIAL E MEIO AMBIENTE
PEDAGOGIA SOCIAL
PEDAGOGIA SOCIAL, SOCIEDADE E INFORMAÇÃO
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
POLÍTICAS EDUCACIONAIS
POLÍTICAS PUBLICAS, ÉTICA E PLANEJAMENTO
PRÁTICAS DE SUPERVISÃO ESCOLAR, ÉTICA E POLÍTICAS EDUCACIONAIS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO GESTOR ESCOLAR
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO INSPETOR ESCOLAR
PRÁTICAS PSICOPEDAGÓGICAS, ARTE E MEIO AMBIENTE
PSICOMOTRICIDADE
PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL
QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO
QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO
RACIOCÍNIO LÓGICO
RACIOCÍNIO LÓGICO
RELAÇÕES HUMANAS E LIDERANÇA
SAUDE DA FAMÍLIA E POLÍTICAS DE INCLUSÃO
SAÚDE PÚBLICA
SAÚDE PÚBLICA
SEGURANÇA NO TRABALHO E MEIO AMBIENTE
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL, TRANSPORTES E AGRONEGÓCIOS
SUPERVISÃO ESCOLAR
TÉCNICAS CORPORAIS
TENDÊNCIAS EM GESTÃO EMPRESARIAL
TENDÊNCIAS EMPRESARIAIS E SOCIAIS
TENDÊNCIAS ESPECIAIS DE BIOLOGIA E QUÍMICA
TEORIAS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
TEORIAS E PRÁTICAS DA PSICOMOTRICIDADE E EDUCAÇÃO ESPECIAL
TEORIAS E PRÁTICAS PSICOPEDAGÓGICAS, ARTES E JOGOS
TGD- TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO - CONDUTAS TÍPICAS
TÓPICOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA
TÓPICOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA
TÓPICOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA
TÓPICOS DA LÍNGUA ESPANHOLA
TÓPICOS DA LÍNGUA INGLESA
TÓPICOS DA LINGUA PORTUGUESA
TÓPICOS DA LÍNGUA PORTUGUESA
TÓPICOS DAS RELIGIÕES
TÓPICOS DE APRENDIZAGENS
TÓPICOS DE BIOLOGIA E SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL
TÓPICOS DE ÉTICA, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA
TÓPICOS DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO
TÓPICOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
TÓPICOS ESPCIAIS DA LINGUA PORTUGUESA
TÓPICOS ESPECIAIS DE ARTES, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA
TREINAMENTO DESPORTIVO
TREINAMENTO DESPORTIVO, PLANEJAMENTO E INFORMAÇÃO
TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E COMUNICAÇÃO
Cursos de 240hs:
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 240
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, POLÍTICAS E PROGRAMAS DE SAÚDE
COMUNICAÇÃO E INFORMATICA NA EDUCAÇÃO
CONSULTORIA, COMUNICAÇÃO E TENDÊNCIAS EMPRESARIAIS
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ENSINO DE MATEMÁTICA
ENSINO DE MATEMÁTICA, ÁLGEBRA E ESTATÍSTICA
ENSINO DE QUÍMICA
ENSINO DE SOCIOLOGIA
ENSINO RELIGIOSO
FORMAÇÃO DE CONSULTORES EM ORGANIZAÇÕES
FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESPECIAL
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
GERENCIAMENTO DE PROJETOS
GERENCIAMENTO DE PROJETOS, VIABILIDADE E POLÍTICAS PÚBLICAS
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GESTÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E SAÚDE
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GESTÃO DE EQUIPES E ESTRATÉGIAS DE MARKETING
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GESTÃO DE NEGÓCIOS
GESTÃO DE PESSOAS
GESTÃO DE PESSOAS, NEGÓCIOS E LOGÍSTICA
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GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA E PROJETOS SOCIAIS
GESTÃO EM SERVIÇOS SOCIAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS
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GESTÃO, SAÚDE E SOCIEDADE
GESTÃO, SAÚDE E SOCIEDADE
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METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMATICA E FÍSICA
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TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Na creche, o que fazer na hora do choro?
Para crianças até 3 anos, esse desabafo é uma forma de comunicação importante. Saiba aqui qual é a melhor maneira de lidar com as lágrimas.
VÁRIOS TIPOS O choro transmite o que os pequenos não sabem dizer. É preciso aprender a identificar a mensagem. Fotos: Kriz Knack
Adaptar-se ao ambiente e à equipe da creche, despedir-se da família, avisar que a fralda está suja ou que a barriga dói, perder um brinquedo para um colega... Pode não parecer, mas a vida de uma criança até 3 anos tem uma porção de desafios e uma boa dose de estresse! Sem contar com a fala bem desenvolvida, os pequenos não têm muitas opções além das lágrimas, que podem acompanhar chorinhos sofridos ou mesmo choradeiras de assustar a vizinhança.
Para o educador, enfrentar momentos como esses está longe de ser fácil. É natural que surjam sinais de frustração, irritação e, principalmente, falta de paciência. Mas tudo fica mais simples quando se conhece o desenvolvimento infantil e há acolhimento e uma permanente construção de vínculos afetivos com os bebês e as crianças - um trabalho fundamental, que começa ao iniciarem a adaptação e segue ao longo do ano.
Nos primeiros dias da criança na creche, a equipe ainda não distingue os tipos de choro dela. "Há o que expressa dor, o de acordei, vem me buscar e o de saudade, entre tantos outros. Quem investe em um cuidado atento passa a identificar essas diferenças e, assim, descobre qual é a melhor atitude a tomar", diz Edimara de Lima, psicopedagoga da Associação Brasileira de Psicopedagogia.
Para decifrar as lágrimas, é preciso ter em mente que o objetivo dos bebês é comunicar que algo vai mal. "Eles relacionam o choro a uma reação boa. Afinal, alguém vem atendê-los. Esse é o jeito que eles têm de dizer estou tentando lidar com um problema, mas não está fácil. Por isso, deve-se evitar ideias preconcebidas e tentar entender o que o choro expressa", orienta Beatriz Ferraz, coordenadora do Núcleo de Educação Infantil do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac).
Essa pesquisa parte de tentativas e erros e, com o tempo, chega a várias respostas. Quando há dor física, deve-se agir no ato e buscar as devidas orientações médicas. A dor emocional também merece ação rápida e aconchego. "Costumam dizer que, se pegar no colo, a criança fica manhosa. Mas colo e carinho não estragam ninguém e são sempre bem-vindos", garante Regina Célia Marques Teles, diretora da Creche Carochinha, em Ribeirão Preto, a 319 quilômetros de São Paulo.
Partindo dessa premissa, Vera Cristina Figueiredo, coordenadora de projetos da associação Grão da Vida, em São Paulo, desenvolveu com sua equipe uma proposta preventiva baseada no acolhimento constante. "Logo notamos a importância do brincar junto e do estar próximo, atento às realizações e descobertas dos pequenos. Dar atenção nesses momentos, e não apenas na hora de impor limites, gera tranquilidade e faz o pranto diminuir", conta. Essa experiência jogou por terra a teoria de que acolher deixa os pequenos grudentos e dependentes. "O carinho gera ganhos consideráveis em termos de autonomia", garante Vera.
Não é raro que um simples conflito tome proporções de catástrofe mundial, com direito a gritos, sacudidas pelo chão e soluços sem fim. "Às vezes, a criança perde o controle e não consegue voltar ao normal sozinha. Não dá para cruzar os braços e esperar isso passar nem tentar resolver na conversa", relata Regina Célia. Também não vale cair na armadilha de fazer chantagens para o choro cessar. O melhor é mostrar que entende o problema e pedir que ela respire fundo, lave o rosto e sente no seu colo, passando a mensagem de que você confia que ela vai se acalmar. Não perca a chance: respire fundo e tome fôlego também
VÁRIOS TIPOS O choro transmite o que os pequenos não sabem dizer. É preciso aprender a identificar a mensagem. Fotos: Kriz Knack
Adaptar-se ao ambiente e à equipe da creche, despedir-se da família, avisar que a fralda está suja ou que a barriga dói, perder um brinquedo para um colega... Pode não parecer, mas a vida de uma criança até 3 anos tem uma porção de desafios e uma boa dose de estresse! Sem contar com a fala bem desenvolvida, os pequenos não têm muitas opções além das lágrimas, que podem acompanhar chorinhos sofridos ou mesmo choradeiras de assustar a vizinhança.
Para o educador, enfrentar momentos como esses está longe de ser fácil. É natural que surjam sinais de frustração, irritação e, principalmente, falta de paciência. Mas tudo fica mais simples quando se conhece o desenvolvimento infantil e há acolhimento e uma permanente construção de vínculos afetivos com os bebês e as crianças - um trabalho fundamental, que começa ao iniciarem a adaptação e segue ao longo do ano.
Nos primeiros dias da criança na creche, a equipe ainda não distingue os tipos de choro dela. "Há o que expressa dor, o de acordei, vem me buscar e o de saudade, entre tantos outros. Quem investe em um cuidado atento passa a identificar essas diferenças e, assim, descobre qual é a melhor atitude a tomar", diz Edimara de Lima, psicopedagoga da Associação Brasileira de Psicopedagogia.
Para decifrar as lágrimas, é preciso ter em mente que o objetivo dos bebês é comunicar que algo vai mal. "Eles relacionam o choro a uma reação boa. Afinal, alguém vem atendê-los. Esse é o jeito que eles têm de dizer estou tentando lidar com um problema, mas não está fácil. Por isso, deve-se evitar ideias preconcebidas e tentar entender o que o choro expressa", orienta Beatriz Ferraz, coordenadora do Núcleo de Educação Infantil do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac).
Essa pesquisa parte de tentativas e erros e, com o tempo, chega a várias respostas. Quando há dor física, deve-se agir no ato e buscar as devidas orientações médicas. A dor emocional também merece ação rápida e aconchego. "Costumam dizer que, se pegar no colo, a criança fica manhosa. Mas colo e carinho não estragam ninguém e são sempre bem-vindos", garante Regina Célia Marques Teles, diretora da Creche Carochinha, em Ribeirão Preto, a 319 quilômetros de São Paulo.
Partindo dessa premissa, Vera Cristina Figueiredo, coordenadora de projetos da associação Grão da Vida, em São Paulo, desenvolveu com sua equipe uma proposta preventiva baseada no acolhimento constante. "Logo notamos a importância do brincar junto e do estar próximo, atento às realizações e descobertas dos pequenos. Dar atenção nesses momentos, e não apenas na hora de impor limites, gera tranquilidade e faz o pranto diminuir", conta. Essa experiência jogou por terra a teoria de que acolher deixa os pequenos grudentos e dependentes. "O carinho gera ganhos consideráveis em termos de autonomia", garante Vera.
Não é raro que um simples conflito tome proporções de catástrofe mundial, com direito a gritos, sacudidas pelo chão e soluços sem fim. "Às vezes, a criança perde o controle e não consegue voltar ao normal sozinha. Não dá para cruzar os braços e esperar isso passar nem tentar resolver na conversa", relata Regina Célia. Também não vale cair na armadilha de fazer chantagens para o choro cessar. O melhor é mostrar que entende o problema e pedir que ela respire fundo, lave o rosto e sente no seu colo, passando a mensagem de que você confia que ela vai se acalmar. Não perca a chance: respire fundo e tome fôlego também
A importância de rolar, pular e dançar
Todos os agitos imagináveis com o corpo são essenciais para interagir com os colegas e aprender a ocupar os espaços.
Os bebês vão para a creche cada vez mais cedo. Geralmente, não falam e passam grande parte do dia olhando as mãos, tentando pegar os pés, sorrindo, chorando, balançando a cabeça... Estão explorando o próprio corpo e se comunicando com quem está por perto. Cabe às escolas de Educação Infantil desenvolvê-los e propor atividades adequadas a isso (com os materiais apropriados). "Pesquisas mostram que as experiências sensoriais e motoras vividas na primeira infância desempenham um papel fundamental na formação do cérebro", diz o psicomotricista André Trindade, especializado em atendimento a bebês.
Nessa fase, a ação é a principal forma de linguagem. É assim que os pequenos interagem com o meio e aprendem sobre si mesmos, as pessoas que os rodeiam e os lugares que freqüentam. Por isso, não existe hora específica para pôr a turminha para se movimentar. Ao contrário, é preciso fazer isso o tempo todo. Pular, rolar, dar cambalhotas, correr - tudo é fundamental para a meninada se relacionar com os colegas e descobrir o mundo. No banho, por exemplo, bater pernas e mãos na água permite que a criança descubra do que é capaz, além de despertar sensações (o que se chama de consciência corporal).
Só mais tarde, quando a criança pronuncia as primeiras palavras, percebe que há outros meios de se comunicar. Mas ela não perde o dinamismo e a necessidade de explorar o mundo com o corpo. É por isso que situações de contenção motora, como ficar sentado muito tempo, atrapalham o desenvolvimento. "A Pedagogia tem de ser intencionalmente planejada e contemplar o que é possível e necessário para o grupo", diz Isabel Porto Filgueiras, professora do curso de Educação Física da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.
As teorias sobre o desenvolvimento motor, em especial as de Jean Piaget, Henri Wallon e David L. Gallahue, explicam por que alguém não consegue fazer determinado movimento. No entanto, não servem para todos os indivíduos, pois não é possível esperar o mesmo de todos.
Há casos de bebês que se sentam com 5 meses, enquanto outros só vão fazer isso aos 8. Essa diferença é normal e se dá por causa dos diferentes ritmos biológicos. Daí porque, hoje, considera-se melhor pensar nas competências individuais e não na idade.
Pensamento e ação
"Voar" sobre o próprio eixo (acima) ou rodar no gira-gira (próxima imagem): assim a turma de 1 e 2 anos de São Paulo experimenta novas sensações. Foto: Fernanda Sá
Piaget criou a expressão construção dos esquemas de ação para batizar a forma como os pequenos aprendem quando se movimentam. Para o pesquisador suíço, desde muito cedo nós, humanos, pensamos antes de agir e, toda vez que enfrentamos um desafio, aplicamos o que já sabemos. Ou seja, quando uma criança sabe andar, mas não saltar, e encontra um obstáculo no caminho (como um cabo de vassoura), ela primeiro tenta pisar sobre ele em vez de passar por cima sem tocá-lo. Provavelmente, isso provocará a perda do equilíbrio e o fim da caminhada. Piaget escreveu que, ao se levantar, será preciso criar um esquema de ação diferente. Ou seja, pela exploração surge outro jeito de vencer cada desafio.
Wallon estudou o movimento como uma forma de linguagem. Sua preocupação era com a expressão, não com a coordenação motora. Segundo ele, o recém-nascido está mais interessado nas relações sociais do que no próprio corpo. "Ele quer estabelecer vínculos para entender seu papel no mundo", explica a professora Isabel Porto Filgueiras. Para isso, o bebê usa o movimento para atrair a atenção. Já Gallahue estuda as possibilidades e limitações nas fases de desenvolvimento motor. Ele descreve cada etapa e como a criança evolui. É por isso que mais importante do que executar uma ação perfeitamente é saber fazê-la de vários jeitos. "É na diversidade que os pequenos começam a aprender sobre o mundo", completa Isabel.
Grandes conquistas
Nas primeiras semanas de vida, a postura do bebê é retraída. Pernas e braços só começam a se expandir por volta do terceiro ou quarto mês. A partir daí, ele passa a ter ações voluntárias, mas ainda dominadas por reflexos. A etapa seguinte é fortalecer a musculatura dorsal e as conquistas viram sentar, se arrastar, engatinhar, ficar em pé e andar. Junto com a locomoção e o equilíbrio vem a exploração voluntária. O pequeno pega um brinquedo, balança, leva à boca e coloca em cima de outro. Pela limitação do campo visual, tato e visão são unidos. Ou seja, para enxergar, ele precisa tocar.
É fundamental variar as posturas: ficar de bruços, de lado e sentado (com ou sem almofadas ou no bebêconforto). Nessa fase, os bebês precisam ser acolhidos, no colo, no berço ou no solo. André Trindade sugere fazer "ninhos" dentro da sala. "Forre o chão com tecidos macios (colcha ou edredom) e monte um canto com muitas almofadas. Isso provoca a sensação de contorno e proporciona o bem-estar."
Com a criança andando, proponha novos desafios para aperfeiçoar a locomoção. Subir e descer escadas, escorregar, girar, rolar e agachar são boas opções para explorar as possibilidades e limitações do corpo (saiba como uma escola de São Paulo faz isso no quadro abaixo). Mais adiante, com a entrada no mundo da fantasia, o ideal é oferecer muitos brinquedos e apresentar atividades que utilizem as linguagens falada e escrita, como as brincadeiras de roda.
Descobertas no parque
Foto: Fernanda Sá
Desenvolver a sensação corporal. Esse era o objetivo do trabalho de Sandra Oliveira Augusto Mathias e Alinete Aparecida Lombardi Alves, do CEI Cidade de Genebra, em São Paulo. Professoras do B2 (1 e 2 anos), elas perceberam como as crianças eram fascinadas pelos brinquedos do parque.
"O encantamento se explica pelo tamanho dos objetos. São bem maiores que os do nosso solário, onde os pequenos estavam acostumados a ficar", lembra Sandra. Mas o sentimento vinha acompanhado de outro: o medo. "Eles temiam a altura do escorregador e a velocidade do gira-gira, mas queriam experimentar", conta Alinete. Auxiliadas por Isabel Porto Filgueiras, as duas apresentaram uma seqüência de atividades à turma: desafios capazes de ajudar a meninada a conhecer melhor o próprio corpo, além de descobrir sensações e movimentos. Girar foi o estímulo inicial, primeiro no gira-gira e depois no próprio eixo. "Às vezes, pegávamos um no colo ou pelos braços para 'voar' com a gente", diz Sandra.
Depois, elas espalharam colchonetes pelo chão e mostraram como se faz para rolar. Na seqüência, repetiram a ação num plano levemente inclinado, também sobre colchonetes. Quando todos já estavam craques, foram levados a um pequeno barranco dentro da creche. Ali, a brincadeira era descer abraçado a Sandra ou Alinete - e, mais tarde, sozinhos. A última tarefa foi fazer cambalhota. Isabel avalia que os pequenos aprenderam muito mais. "Eles entenderam a se movimentar no tempo e no espaço, pois precisavam combinar os movimentos com os colegas para ninguém se bater nem se machucar", explica. "E também ficaram mais corajosos."
Para crianças que têm algum tipo de deficiência, vale a pena pensar em ações que elas possam realizar e que contribuam para aumentar o repertório motor. "Em alguns momentos, elas fracassarão e, em outros, terão sucesso. Isso faz parte da vida", diz a professora Eliane Mauerberg-de Castro, da Universidade Estadual Paulista, em Rio Claro, no interior paulista. Os cegos não têm referência visual de como o próprio corpo se comporta. Por isso, sempre fale em voz alta o que eles estão fazendo. Os com deficiência mental podem explorar o balanço, a corrida e o salto. Já os surdos têm desenvolvimento motor normal (a dificuldade está apenas na comunicação). Para os com deficiência física, Elaine recomenda elaborar regras "que funcionem como restrição para as demais, como correr de mãos dadas".
Mobilidade é a ordem
Muitos pensam que o movimento na Educação Infantil é sinônimo de aulas de balé, judô e natação. Marcelo Jabu, co-autor dos Parâmetros Curriculares Nacionais na área de Educação Física, diz que "a iniciação precoce em modalidades artísticas e esportivas tem mais a ver com os sonhos dos pais". Segundo ele, para o judô e o balé, é necessária muita contenção muscular, ou seja, essas são atividades que privilegiam a força, não o movimento. A natação requer menos esforço, mas é preciso verificar como é apresentada. "Não é possível conduzir uma aula na piscina da mesma maneira que com adultos numa academia."
Na creche, funciona bem investir na ampliação de repertório. Ensine brincadeiras tradicionais e parlendas, explore mímicas e imitações, monte circuitos com obstáculos e mostre coreografias de cantigas de roda. O trabalho com dança pode até culminar na festa junina ou numa comemoração do Dia das Mães, desde que as propostas façam sentido. "O melhor caminho é apresentar danças que explorem novos gestos e ritmos tanto em grupo como individualmente", afirma Simone Alcântara, formadora de professores na área de movimento do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
Portanto, nada de deixar os bebês no berço. Mais do que colocá-los no chão, é preciso interagir e apontar caminhos. Toda criança pequena precisa de estímulos para se locomover, apoios para se equilibrar e objetos para manipular. Outra prática comum é confinar em solários. Em muitos casos, os espaços ficam no andar de cima da instituição e têm piso cimentado e grades para todos os lados. Levar ao parque é, claro, mais trabalhoso. Mas, se ninguém fizer isso, a turma perde a oportunidade de sentir o que é pisar na grama", diz Simone. Envolva os demais funcionários.
Muita ação no berçário
Bebê fica de bruços sobre o rolinho e é estimulado a pegar os brinquedos à sua frente, em creche do Recife: fortalecimento da musculatura Foto: Teresa Maia
Na Escola de Educação Infantil Baby Mel, no Recife, a turma de até 1 ano só fica no berço enquanto dorme. "Quando um acorda, é levado imediatamente para a sala de movimento", diz a diretora pedagógica Lídia Loreto. O espaço tem poucos móveis, colchonetes no chão e muitos materiais para chamar a atenção dos pequeninos.
Os que ainda não conseguem se sentar são colocados de bruços sobre um rolinho na altura do peito ou da barriga pela auxiliar Alexsandra Travassos da Silva, que logo posiciona um brinquedo à frente deles. Depois, ela desliza a criança para a frente e para trás, estimulando-a a pegar o objeto. "Essa ação fortalece a musculatura e estimula o bebê a rastejar para, mais adiante, ter condições de engatinhar", explica a psicomotricista relacional Ana Cristina Serrano Raposo.
Para cada fase, um desafio. Quem dá pistas de que está pronto para se sentar é apoiado por almofadas, que ajudam a sustentar o tórax. Já os que querem ficar em pé, além da barra fixada na parede, têm acesso a um pequeno cavalete. "Sempre seguro a cintura da criança para auxiliá-la a abaixar e levantar", diz Alexsandra. "Assim, ela fica segura para os primeiros passos."
Espaço e materiais
Do ponto de vista da infra-estrutura, o primeiro item a ser verificado é o piso. Ele não pode ser escorregadio e o ideal é que haja rampas com pouca inclinação para subir e descer engatinhando ou escadas com poucos degraus. Também é fundamental espalhar equipamentos que dêem suporte às crianças, como uma barra na altura das mãos (de preferência, com um grande espelho para que todos possam se reconhecer e testar expressões). "Como estão construindo a identidade, fatalmente vão brincar com a própria imagem", explica Simone Alcântara.
Além de preparar um espaço com diferentes propostas, é preciso acolher. Se o bebê está começando a ficar sentado, grandes almofadas em volta dão suporte a essa postura. Se quer ficar em pé, pufes e caixas de papelão ajudam. É importante verificar se o calçado facilita o caminhar ou se a meia é antiderrapante. Bolas macias de diferentes tamanhos, arcos e argolas estimulam novas ações. Mas cuidado com a adequação dos brinquedos às habilidades dos pequenos. "Um bambolê, por exemplo, é grande para os pequenos. Nesse caso, é melhor confeccionar um com conduíte ou mangueira de acordo com o tamanho médio da turma", explica Isabel Filgueiras.
Brincadeiras de roda
Crianças dançam na classe, em São Paulo: projeto para fazer com que todos aprendam a formar uma roda e cantar músicas tradicionais Foto: Fernanda Sá
Shirley Souza Cruz, professora do minimaternal (2 anos), e Elisangela Eloy de Souza, responsável pelo 1º estágio (3 anos), do CEI Recanto Infantil Parque Figueira Grande, em São Paulo, perceberam que os pequenos ainda não sabiam formar uma roda. "Quando pedíamos para eles se organizarem, não dava certo", lembra Elisangela. Além disso, a oralidade também precisava ser desenvolvida. Foi assim que elas bolaram o projeto Cante, Brinque e Encante.
Cada uma em sua sala, as duas leram textos sobre a história das danças regionais e exibiram um vídeo sobre o tema. Depois, apresentaram a música Abre a Roda, Tindolelê. Escreveram a letra numa cartolina e ensinaram a cantar e dançar. Quando todos estavam afiados, foi organizado um encontro para compartilhar o aprendizado e interagir. "Um sempre ensina alguma coisa para o outro", afirma Shirley.
A atividade começou com um rápido alongamento e desde o início já era possível registrar avanços. "As crianças conseguiam não só ficar em roda como também acompanhar a música, cantando e batendo palmas, formar fila, andar para trás, requebrar e abaixar", conta Elisangela. A empolgação foi tão grande que, no fim, um coro explodiu na sala: "De novo, de novo!"
Os bebês vão para a creche cada vez mais cedo. Geralmente, não falam e passam grande parte do dia olhando as mãos, tentando pegar os pés, sorrindo, chorando, balançando a cabeça... Estão explorando o próprio corpo e se comunicando com quem está por perto. Cabe às escolas de Educação Infantil desenvolvê-los e propor atividades adequadas a isso (com os materiais apropriados). "Pesquisas mostram que as experiências sensoriais e motoras vividas na primeira infância desempenham um papel fundamental na formação do cérebro", diz o psicomotricista André Trindade, especializado em atendimento a bebês.
Nessa fase, a ação é a principal forma de linguagem. É assim que os pequenos interagem com o meio e aprendem sobre si mesmos, as pessoas que os rodeiam e os lugares que freqüentam. Por isso, não existe hora específica para pôr a turminha para se movimentar. Ao contrário, é preciso fazer isso o tempo todo. Pular, rolar, dar cambalhotas, correr - tudo é fundamental para a meninada se relacionar com os colegas e descobrir o mundo. No banho, por exemplo, bater pernas e mãos na água permite que a criança descubra do que é capaz, além de despertar sensações (o que se chama de consciência corporal).
Só mais tarde, quando a criança pronuncia as primeiras palavras, percebe que há outros meios de se comunicar. Mas ela não perde o dinamismo e a necessidade de explorar o mundo com o corpo. É por isso que situações de contenção motora, como ficar sentado muito tempo, atrapalham o desenvolvimento. "A Pedagogia tem de ser intencionalmente planejada e contemplar o que é possível e necessário para o grupo", diz Isabel Porto Filgueiras, professora do curso de Educação Física da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.
As teorias sobre o desenvolvimento motor, em especial as de Jean Piaget, Henri Wallon e David L. Gallahue, explicam por que alguém não consegue fazer determinado movimento. No entanto, não servem para todos os indivíduos, pois não é possível esperar o mesmo de todos.
Há casos de bebês que se sentam com 5 meses, enquanto outros só vão fazer isso aos 8. Essa diferença é normal e se dá por causa dos diferentes ritmos biológicos. Daí porque, hoje, considera-se melhor pensar nas competências individuais e não na idade.
Pensamento e ação
"Voar" sobre o próprio eixo (acima) ou rodar no gira-gira (próxima imagem): assim a turma de 1 e 2 anos de São Paulo experimenta novas sensações. Foto: Fernanda Sá
Piaget criou a expressão construção dos esquemas de ação para batizar a forma como os pequenos aprendem quando se movimentam. Para o pesquisador suíço, desde muito cedo nós, humanos, pensamos antes de agir e, toda vez que enfrentamos um desafio, aplicamos o que já sabemos. Ou seja, quando uma criança sabe andar, mas não saltar, e encontra um obstáculo no caminho (como um cabo de vassoura), ela primeiro tenta pisar sobre ele em vez de passar por cima sem tocá-lo. Provavelmente, isso provocará a perda do equilíbrio e o fim da caminhada. Piaget escreveu que, ao se levantar, será preciso criar um esquema de ação diferente. Ou seja, pela exploração surge outro jeito de vencer cada desafio.
Wallon estudou o movimento como uma forma de linguagem. Sua preocupação era com a expressão, não com a coordenação motora. Segundo ele, o recém-nascido está mais interessado nas relações sociais do que no próprio corpo. "Ele quer estabelecer vínculos para entender seu papel no mundo", explica a professora Isabel Porto Filgueiras. Para isso, o bebê usa o movimento para atrair a atenção. Já Gallahue estuda as possibilidades e limitações nas fases de desenvolvimento motor. Ele descreve cada etapa e como a criança evolui. É por isso que mais importante do que executar uma ação perfeitamente é saber fazê-la de vários jeitos. "É na diversidade que os pequenos começam a aprender sobre o mundo", completa Isabel.
Grandes conquistas
Nas primeiras semanas de vida, a postura do bebê é retraída. Pernas e braços só começam a se expandir por volta do terceiro ou quarto mês. A partir daí, ele passa a ter ações voluntárias, mas ainda dominadas por reflexos. A etapa seguinte é fortalecer a musculatura dorsal e as conquistas viram sentar, se arrastar, engatinhar, ficar em pé e andar. Junto com a locomoção e o equilíbrio vem a exploração voluntária. O pequeno pega um brinquedo, balança, leva à boca e coloca em cima de outro. Pela limitação do campo visual, tato e visão são unidos. Ou seja, para enxergar, ele precisa tocar.
É fundamental variar as posturas: ficar de bruços, de lado e sentado (com ou sem almofadas ou no bebêconforto). Nessa fase, os bebês precisam ser acolhidos, no colo, no berço ou no solo. André Trindade sugere fazer "ninhos" dentro da sala. "Forre o chão com tecidos macios (colcha ou edredom) e monte um canto com muitas almofadas. Isso provoca a sensação de contorno e proporciona o bem-estar."
Com a criança andando, proponha novos desafios para aperfeiçoar a locomoção. Subir e descer escadas, escorregar, girar, rolar e agachar são boas opções para explorar as possibilidades e limitações do corpo (saiba como uma escola de São Paulo faz isso no quadro abaixo). Mais adiante, com a entrada no mundo da fantasia, o ideal é oferecer muitos brinquedos e apresentar atividades que utilizem as linguagens falada e escrita, como as brincadeiras de roda.
Descobertas no parque
Foto: Fernanda Sá
Desenvolver a sensação corporal. Esse era o objetivo do trabalho de Sandra Oliveira Augusto Mathias e Alinete Aparecida Lombardi Alves, do CEI Cidade de Genebra, em São Paulo. Professoras do B2 (1 e 2 anos), elas perceberam como as crianças eram fascinadas pelos brinquedos do parque.
"O encantamento se explica pelo tamanho dos objetos. São bem maiores que os do nosso solário, onde os pequenos estavam acostumados a ficar", lembra Sandra. Mas o sentimento vinha acompanhado de outro: o medo. "Eles temiam a altura do escorregador e a velocidade do gira-gira, mas queriam experimentar", conta Alinete. Auxiliadas por Isabel Porto Filgueiras, as duas apresentaram uma seqüência de atividades à turma: desafios capazes de ajudar a meninada a conhecer melhor o próprio corpo, além de descobrir sensações e movimentos. Girar foi o estímulo inicial, primeiro no gira-gira e depois no próprio eixo. "Às vezes, pegávamos um no colo ou pelos braços para 'voar' com a gente", diz Sandra.
Depois, elas espalharam colchonetes pelo chão e mostraram como se faz para rolar. Na seqüência, repetiram a ação num plano levemente inclinado, também sobre colchonetes. Quando todos já estavam craques, foram levados a um pequeno barranco dentro da creche. Ali, a brincadeira era descer abraçado a Sandra ou Alinete - e, mais tarde, sozinhos. A última tarefa foi fazer cambalhota. Isabel avalia que os pequenos aprenderam muito mais. "Eles entenderam a se movimentar no tempo e no espaço, pois precisavam combinar os movimentos com os colegas para ninguém se bater nem se machucar", explica. "E também ficaram mais corajosos."
Para crianças que têm algum tipo de deficiência, vale a pena pensar em ações que elas possam realizar e que contribuam para aumentar o repertório motor. "Em alguns momentos, elas fracassarão e, em outros, terão sucesso. Isso faz parte da vida", diz a professora Eliane Mauerberg-de Castro, da Universidade Estadual Paulista, em Rio Claro, no interior paulista. Os cegos não têm referência visual de como o próprio corpo se comporta. Por isso, sempre fale em voz alta o que eles estão fazendo. Os com deficiência mental podem explorar o balanço, a corrida e o salto. Já os surdos têm desenvolvimento motor normal (a dificuldade está apenas na comunicação). Para os com deficiência física, Elaine recomenda elaborar regras "que funcionem como restrição para as demais, como correr de mãos dadas".
Mobilidade é a ordem
Muitos pensam que o movimento na Educação Infantil é sinônimo de aulas de balé, judô e natação. Marcelo Jabu, co-autor dos Parâmetros Curriculares Nacionais na área de Educação Física, diz que "a iniciação precoce em modalidades artísticas e esportivas tem mais a ver com os sonhos dos pais". Segundo ele, para o judô e o balé, é necessária muita contenção muscular, ou seja, essas são atividades que privilegiam a força, não o movimento. A natação requer menos esforço, mas é preciso verificar como é apresentada. "Não é possível conduzir uma aula na piscina da mesma maneira que com adultos numa academia."
Na creche, funciona bem investir na ampliação de repertório. Ensine brincadeiras tradicionais e parlendas, explore mímicas e imitações, monte circuitos com obstáculos e mostre coreografias de cantigas de roda. O trabalho com dança pode até culminar na festa junina ou numa comemoração do Dia das Mães, desde que as propostas façam sentido. "O melhor caminho é apresentar danças que explorem novos gestos e ritmos tanto em grupo como individualmente", afirma Simone Alcântara, formadora de professores na área de movimento do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
Portanto, nada de deixar os bebês no berço. Mais do que colocá-los no chão, é preciso interagir e apontar caminhos. Toda criança pequena precisa de estímulos para se locomover, apoios para se equilibrar e objetos para manipular. Outra prática comum é confinar em solários. Em muitos casos, os espaços ficam no andar de cima da instituição e têm piso cimentado e grades para todos os lados. Levar ao parque é, claro, mais trabalhoso. Mas, se ninguém fizer isso, a turma perde a oportunidade de sentir o que é pisar na grama", diz Simone. Envolva os demais funcionários.
Muita ação no berçário
Bebê fica de bruços sobre o rolinho e é estimulado a pegar os brinquedos à sua frente, em creche do Recife: fortalecimento da musculatura Foto: Teresa Maia
Na Escola de Educação Infantil Baby Mel, no Recife, a turma de até 1 ano só fica no berço enquanto dorme. "Quando um acorda, é levado imediatamente para a sala de movimento", diz a diretora pedagógica Lídia Loreto. O espaço tem poucos móveis, colchonetes no chão e muitos materiais para chamar a atenção dos pequeninos.
Os que ainda não conseguem se sentar são colocados de bruços sobre um rolinho na altura do peito ou da barriga pela auxiliar Alexsandra Travassos da Silva, que logo posiciona um brinquedo à frente deles. Depois, ela desliza a criança para a frente e para trás, estimulando-a a pegar o objeto. "Essa ação fortalece a musculatura e estimula o bebê a rastejar para, mais adiante, ter condições de engatinhar", explica a psicomotricista relacional Ana Cristina Serrano Raposo.
Para cada fase, um desafio. Quem dá pistas de que está pronto para se sentar é apoiado por almofadas, que ajudam a sustentar o tórax. Já os que querem ficar em pé, além da barra fixada na parede, têm acesso a um pequeno cavalete. "Sempre seguro a cintura da criança para auxiliá-la a abaixar e levantar", diz Alexsandra. "Assim, ela fica segura para os primeiros passos."
Espaço e materiais
Do ponto de vista da infra-estrutura, o primeiro item a ser verificado é o piso. Ele não pode ser escorregadio e o ideal é que haja rampas com pouca inclinação para subir e descer engatinhando ou escadas com poucos degraus. Também é fundamental espalhar equipamentos que dêem suporte às crianças, como uma barra na altura das mãos (de preferência, com um grande espelho para que todos possam se reconhecer e testar expressões). "Como estão construindo a identidade, fatalmente vão brincar com a própria imagem", explica Simone Alcântara.
Além de preparar um espaço com diferentes propostas, é preciso acolher. Se o bebê está começando a ficar sentado, grandes almofadas em volta dão suporte a essa postura. Se quer ficar em pé, pufes e caixas de papelão ajudam. É importante verificar se o calçado facilita o caminhar ou se a meia é antiderrapante. Bolas macias de diferentes tamanhos, arcos e argolas estimulam novas ações. Mas cuidado com a adequação dos brinquedos às habilidades dos pequenos. "Um bambolê, por exemplo, é grande para os pequenos. Nesse caso, é melhor confeccionar um com conduíte ou mangueira de acordo com o tamanho médio da turma", explica Isabel Filgueiras.
Brincadeiras de roda
Crianças dançam na classe, em São Paulo: projeto para fazer com que todos aprendam a formar uma roda e cantar músicas tradicionais Foto: Fernanda Sá
Shirley Souza Cruz, professora do minimaternal (2 anos), e Elisangela Eloy de Souza, responsável pelo 1º estágio (3 anos), do CEI Recanto Infantil Parque Figueira Grande, em São Paulo, perceberam que os pequenos ainda não sabiam formar uma roda. "Quando pedíamos para eles se organizarem, não dava certo", lembra Elisangela. Além disso, a oralidade também precisava ser desenvolvida. Foi assim que elas bolaram o projeto Cante, Brinque e Encante.
Cada uma em sua sala, as duas leram textos sobre a história das danças regionais e exibiram um vídeo sobre o tema. Depois, apresentaram a música Abre a Roda, Tindolelê. Escreveram a letra numa cartolina e ensinaram a cantar e dançar. Quando todos estavam afiados, foi organizado um encontro para compartilhar o aprendizado e interagir. "Um sempre ensina alguma coisa para o outro", afirma Shirley.
A atividade começou com um rápido alongamento e desde o início já era possível registrar avanços. "As crianças conseguiam não só ficar em roda como também acompanhar a música, cantando e batendo palmas, formar fila, andar para trás, requebrar e abaixar", conta Elisangela. A empolgação foi tão grande que, no fim, um coro explodiu na sala: "De novo, de novo!"
O que a creche pode ensinar?
Entenda quais são as experiências de aprendizagem para crianças até 3 anos e saiba como cada uma delas influencia no desenvolvimento infantil.
No Brasil, a ideia de um currículo para a Educação Infantil nem sempre foi aceita. O termo, porém, ganhou força na última década, quando passou a ser de fato compreendido como um conjunto de práticas intencionalmente planejadas e avaliadas - um projeto pedagógico que busca articular experiências e saberes da criança para inseri-la na cultura, capaz de prepará-la para encarar o Ensino Fundamental da melhor maneira possível.
Para Jean Piaget, o sujeito constroi seu próprio conhecimento, processo que se dá a partir da interação com os outros e com o mundo dos objetos e das ideias. Por isso, o currículo da creche deve apontar quais experiências de aprendizagem são fundamentais para o desenvolvimento da criança, levando-se em conta as principais conquistas deste período, como a marcha, a linguagem, a formação do pensamento simbólico e a sociabilidade. É este projeto pedagógico que vai orientar as ações e definir os parâmetros de desenvolvimento dos meninos e meninas.
Em 1998, o Ministério da Educação (MEC) publicou o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, documento que aponta metas de qualidade para garantir o desenvolvimento das crianças na creche e na pré-escola. Mas a elaboração de propostas curriculares municipais é bem mais recente.
Conheça, abaixo, os sete eixos de aprendizagem da creche organizados por NOVA ESCOLA para oferecer cuidado, segurança, acolhimento e condições para o desenvolvimento subjetivo e intelectual das crianças entre 0 e 3 anos.
1. Exploração dos objetos e brincadeiras
O brincar é o principal modo de expressão da infância e uma das atitudes mais importantes para que a criança se constitua como sujeito da cultura.
Quando brinca, a criança usa seus recursos para explorar o mundo, amplia sua percepção sobre o ambiente e sobre si, organiza o pensamento, além de trabalhar seus afetos e sensibilidades. Entre 0 e 2 anos, os bebês praticam os chamados jogos de exercício - as brincadeiras sensório-motoras designadas por Piaget, como quando os pequenos descobrem novos objetos ou imitam os gestos corporais e vocais de seus parceiros mais experientes, colocando em ação um conjunto de condutas que os ajudam a desenvolver suas potencialidades.
Por isso, desde o berçário, o professor deve observar e registrar as ações das crianças ao longo da brincadeira para propor desafios diferenciados, de acordo com a idade e a situação. O controle do corpo, os movimentos, as expressões e a exploração dos cantinhos - espaços da creche intencionalmente organizados para propor desafios - motivam os pequenos.
A partir dos 2 anos, as brincadeiras tradicionais, como as cirandas, são facilmente aprendidas e o faz de conta propicia a criação por meio de uma negociação de significados e regras compartilhadas. Quando brincam de faz de conta as crianças analisam aspectos da vida cotidiana e conquistam espaços de poder que as auxiliam a confrontar o mundo e os adultos. E é o faz de conta uma das principais marca da entrada da criança no jogo simbólico, no universo da cultura e da sociabilidade.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Proponha brincadeiras diárias de esconder; encaixar peças; construir pistas; experimentar as propriedades dos objetos: quais rodam e quais não, quais flutuam e quais não, quais são duros e quais são moles; jogar bola; cirandar; imitar gestos motores e vocais dos companheiros.
MINIGRUPO Brincar todos os dias é fundamental. Organize cirandas e brincadeiras de roda; brincadeiras de esconde-esconde; pega-pega; jogos com bola; faz de conta com uso de fantasias, marionetes e reprodução dos fazeres adultos.
2. Linguagem oral e comunicação
A linguagem é um bem cultural e é através dela que o pensamento humano se organiza. Na Educação Infantil é preciso garantir a constituição de sujeitos falantes por meio das brincadeiras, das cantigas de roda, dos jogos e na interação com os outros. No dia a di da creche é preciso trabalhar a expressividade das crianças intencionalmente.
A fala é o principal instrumento de comunicação dos pequenos com os professores e seus colegas. Desenvolver a oralidade, portanto, é uma das habilidades esperadas nos primeiros anos de escolaridade.
Para dominar a oralidade, os pequenos colocam em jogo muitas competências, como informar fatos, descrever, narrar, explicar, transmiti uma informação a outra pessoa, contar acontecimentos passados, manifestar opiniões, concordar e discordar, predizer, prever, levantar hipóteses, manifestar dúvidas, expressar sentimentos e emoções. Mesmo os bebês são capazes de compreender o que se passa ao redor, antes que comecem a falar. As interações sociais são fundamentais para que os gestos e balbucios evoluam para expressões orais concretas, e o professor tem o dever de acompanhar e estimular todo este processo.
Quanto à linguagem escrita, é o adulto quem mostra às crianças o significado dos livros. Antes mesmo da apreensão dessa linguagem, portanto, as crianças devem ter contato com materiais impressos - seja ouvindo histórias, seja manuseando-os. O objetivo é ampliar o repertório das crianças e ajudá-las a organizar melhor o pensamento.
Leia histórias para as crianças, escreva as histórias contadas oralmente pelos pequenos para que eles produzam seus primeiros textos, estimule a comunicação em grupo, valorize as garatujas e ensine a escrita do nome próprio ainda na pré-escola. A creche deve, também, ser uma porta para a descoberta da funcionalidade da escrita, que desperte a curiosidade e estimule o início do que será adiante desenvolvido como comportamento leitor. Segundo o psicólogo Lev Vygotsky (leia mais sobre Pensadores), é preciso fruir a linguagem que se usa para escrever e, portanto, as práticas de leitura são imprescindíveis na vida diária dos bebês.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO e MINIGRUPO O contexto rico de interações estimula a criança a expressar seus desejos, sentimentos e necessidades por meio do gestos, balbucios e das situações coletivas de comunicação. Organize rodas de conversa e atividades de observação e conte histórias. Deixe, também, que as crianças imitem os colegas e aprendam a organizar instruções para as próprias brincadeiras, seguindo receitas e regras.
3. Desafios corporais
Este eixo trata de um ponto importante de desenvolvimento. Embora os bebês se movimentem desde o nascimento, um longo caminho de aprendizagem precisa ser percorrido para que a criança domine seus movimentos, atribua significações a si, aos outros e ao mundo. As ações reflexas são, aos poucos, substituídas pela complexidade do sistema de coordenação motora - o que pode ser amplamente estimulado pelas brincadeiras e na organização dos cantos na creche, que oferecem obstáculos e desafios à movimentação.
Assim como no desenvolvimento da linguagem, o movimento pode também introduzir a criança no mundo simbólico. É um ato cultural, no qua as crianças tanto imitam, quanto criam. Conhecer o corpo inclui trabalhar diferentes áreas, como as ciências e as artes.
Por isso, o professor deve reconhecer os movimentos da criança sem considerá-los "indisciplina", mas registrando os avanços motores. É indispensável, portanto, que a escola ofereça espaços para a criança rolar, sentar, engatinhar, andar, correr, saltar, segurar objetos e arremessá-los, manipulá-los e encaixá-los.
Mantenha a regularidade das propostas que envolvem os desafios corporais e introduza, se possível, atividades esportivas, de dança e circenses ao cotidiano da creche.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Estimule que os pequenos explorem diferentes espaços através de diversos movimentos, como engatinhar, sentar, manipular objetos, arrastar-se, rolar (circuito de obstáculos: túneis, passar por baixo de..., pneus etc.). A partir da conquista da marcha, as crianças podem aprender a correr, saltar, pular, subir e descer com maior autonomia. MINIGRUPO Propicie a exploração dos desafios oferecidos pelo espaço por meio da coordenação entre movimentos simultâneos. Ofereça, também, orientação corporal com relação às noções de frente, trás, em cima, embaixo, dentro e fora.
4. Exploração do ambiente
Para que as crianças possam aprender e agir sobre o ambiente em que estão inseridas, os cinco sentidos são mobilizados. Desde muito pequenos, os bebês são curiosos e observadores e a creche é o lugar para transformar esta curiosidade em conhecimento - sobre os animais, as plantas, os lugares, a tecnologia e o comportamento humano.
Neste eixo, os pequenos desenvolvem as habilidades para compreender o mundo físico e o social, atribuir explicações para os fenômenos da natureza e da sociedade em que vivem. Começam levando praticamente todos os objetos à boca e, aos poucos, tornam-se capazes de interpretar, de modo bastante particular, fenômenos complexos, como a diferença entre o dia e a noite.
Para tanto, estimule a observação, a construção de problemas de investigação e faça com que as crianças criem, no dia a dia, hipóteses a serem desvendadas. Na pré-escola, os pequenos devem saber como observar fenômenos constantes e esporádicos, distinguir luz e sombra, quente e frio, liso e áspero, escolher critérios de classificação dos objetos, completar modelos e reconhecer materiais diferentes. Brincadeiras, experiências e jogos que envolvam estes conhecimentos são atividades fundamentais.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Proponha brincadeiras com água, areia, terra e pasta de maisena para a exploração de texturas e propriedades dos materiais, como a temperatura e a consistência. Faça com que as crianças reconheçam sons altos e baixos, propicie as explorações de cheiros com alimentos e objetos e apresente situações que ilustrem reações de causa e efeito, por meio de brincadeiras e interações.
MINIGRUPO Deixe que os pequenos atuem sobre objetos e materiais sob sua orientação. Estimule a criação de misturas; a observação de diferenças e semelhanças entre objetos; a elaboração de problemas simples; a convivência com regras; assim como a comparação de características físicas de lugares, pessoas e animais.
5. Identidade e autonomia
A criança se reconhece como tal a partir do reconhecimento do outro. À medida que são atendidos em suas necessidades básicas, os bebês identificam as pessoas que cuidam deles e aprendem a localizar-se no ambiente. Reconhecem que são distintos do restante do mundo ao levar os próprios pés e mãos à boca, antes dos seis meses. Em seguida, passam pelo reconhecimento da própria imagem no espelho, uma passagem fundamental para diferenciar o "eu" do outro.
Nas experiências de cuidado na creche, as crianças aprendem a vestir-se, pentear-se, alimentar-se e fazer sua higiene. Além disso, aprendem a sentir-se bem com esses hábitos. O professor - que é o principal parceiro da criança nas ações de autocuidado e precisa estar ciente do conteúdo simbólico de cada um desses hábitos - deve propiciar atividades contínuas de estímulo à autonomia, pois é com essas experiências que a criança entende as capacidades e inabilidades humanas e compreende as diferenças entre as pessoas como elementos de legitimidade. Com isso, os pequenos constroem sua forma de perceber e reagir às mais diversas situações, de acordo com possíveis regras de sociabilidade.
Na creche, a criança precisa aprender a lidar com a própria segurança. Espera-se que ao final da pré-escola os pequenos tenham hábitos regulares de higiene pessoal, controlem os esfíncteres - abandonando as fraldas por volta dos 2 anos - e auxiliem o adulto a vesti-la. Entre 2 e 3 anos, que expressem suas preferências, alimentem-se com talheres, não coloquem a mão suja na boca, não manuseiem objetos pontiagudos e busquem o próprio conforto. Por isso, a alimentação, a limpeza e organização dos espaços da escola, o conforto dos ambientes, as aprendizagens coletivas e as brincadeiras com água são pontos importantes, que precisam ser amplamente planejados pelos educadores.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO e MINIGRUPO Organize jogos interativos com adultos e crianças; faça com que os pequenos se familiarizem com a própria imagem corporal; estimule a comunicação com diferentes parceiros; ensine a apropriação de regras de convívio social e de hábitos de autocuidado; dialogue para ajudar as crianças a solucionar dúvidas e conflitos e para que reconheçam e respeitem as características físicas e culturais dos colegas.
6. Exploração e linguagem plástica
As crianças pequenas observam e atuam no mundo com curiosidade, sem obedecer a padrões previamente estabelecidos. O contato com as linguagens plásticas desde bebês estimula a capacidade de explorar formas, cores, gestos e sons. Para agir de forma produtiva nesse eixo, é fundamental valorizar a atitude investigativa dos pequenos. Uma creche com ambiente favorável e professores conscientes de que o processo dos pequenos é mais importante do que os produtos resultantes deste processo tende a formar crianças mais abertas a desafio expressivos e, portanto, às artes.
A creche deve propiciar muitos momentos de pesquisa, experimentação e variedade de materiais e suportes - que devem ser apresentados à crianças antes da realização de cada atividade. O trabalho frequente com melecas, giz, tintas feitas à base de pigmentos naturais, em cartazes, nas paredes da creche ou em folhas de papel é essencial.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Propicie o acesso a diferentes manifestações do campo visual - desenho, pintura, fotografia e estimule o reconhecimento e a exploração das primeiras marcas gráficas.
MINIGRUPO Nessa fase a criança forma um repertório de imagens de referência. Por isso, proponha diversas experimentações artísticas co melecas, tintas e misturas, valorize as garatujas e faça com que os pequenos reconheçam os próprios desenhos e explorem as relações de espacialidade.
7. Linguagem musical e expressão corporal
Por volta dos vinte dias de idade os bebês são capazes de reconhecer a voz materna. Antes disso, no entanto, já estão imersos no mundo sonoro e conseguem distinguir a voz humana de outros ruídos. O primeiro contato com a música, nas cantigas e brincadeiras maternas, é essencial para que a criança crie vínculos - fenômeno que tende a ampliar-se no berçário, quando o bebê conhece uma profusão de sons e o professor abre um novo canal comunicativo. As músicas ligadas a gestos e a brincadeiras tornam-se fontes inesgotáveis de exploração. Com alguns meses de vida, a criança passa a chacoalhar, bater e interagir com objetos diversos, em busca de novos sons.
Para que os pequenos desenvolvam percepções de timbre, duração, altura ou intensidade sonora - mesmo que não saibam nomear essas características na creche - o professor deve cantar muito, tanto para o bebê, quanto nas atividades em grupo, além de estimular os pequenos a ouvir música, independentemente da idade. O professor tem a responsabilidade de ampliar o repertório das crianças, apresentando canções regionais e folclóricas. Assim que possível, deve organizar momentos para que as crianças acompanhem o canto utilizando instrumentos, batendo palmas ou coreografando gestos, sem exigir o ritmo exato. Desde cedo, os pequenos são capazes de reconhecer suas canções favoritas pelo movimento corporal. Jogos musicais, canções, parlendas e trava-línguas são boas atividades cotidianas.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Valorize os momentos de percepção e de reação aos sons ambientes, o reconhecimento de vozes familiares e de músicas favoritas pelo movimento corporal, a produção de sons ao bater, sacudir ou chacoalhar objetos, assim como a utilização do corpo e da própria voz.
MINIGRUPO Proponha desafios de canto - individuais ou em grupo -; jogos e brincadeiras musicais. Relacione a música com a expressão corporal e a dança e ensine às crianças como identificar silêncios, pausas, sons da natureza, da cultura e passagens sonoras. Estimule-os, também, a escolher suas canções favoritas.
Quer saber mais?
Proposta Curricular para Berçários - Educação Infantil. Prefeitura Municipal de São José dos Campos, 2009.
Orientações Curriculares e Expectativas de Aprendizagens para a Educação Infantil Paulistana. Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, 2007.
Metas de aprendizagem - Educação Básica. Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes da Prefeitura Municipal de Junidaí, 2003
No Brasil, a ideia de um currículo para a Educação Infantil nem sempre foi aceita. O termo, porém, ganhou força na última década, quando passou a ser de fato compreendido como um conjunto de práticas intencionalmente planejadas e avaliadas - um projeto pedagógico que busca articular experiências e saberes da criança para inseri-la na cultura, capaz de prepará-la para encarar o Ensino Fundamental da melhor maneira possível.
Para Jean Piaget, o sujeito constroi seu próprio conhecimento, processo que se dá a partir da interação com os outros e com o mundo dos objetos e das ideias. Por isso, o currículo da creche deve apontar quais experiências de aprendizagem são fundamentais para o desenvolvimento da criança, levando-se em conta as principais conquistas deste período, como a marcha, a linguagem, a formação do pensamento simbólico e a sociabilidade. É este projeto pedagógico que vai orientar as ações e definir os parâmetros de desenvolvimento dos meninos e meninas.
Em 1998, o Ministério da Educação (MEC) publicou o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, documento que aponta metas de qualidade para garantir o desenvolvimento das crianças na creche e na pré-escola. Mas a elaboração de propostas curriculares municipais é bem mais recente.
Conheça, abaixo, os sete eixos de aprendizagem da creche organizados por NOVA ESCOLA para oferecer cuidado, segurança, acolhimento e condições para o desenvolvimento subjetivo e intelectual das crianças entre 0 e 3 anos.
1. Exploração dos objetos e brincadeiras
O brincar é o principal modo de expressão da infância e uma das atitudes mais importantes para que a criança se constitua como sujeito da cultura.
Quando brinca, a criança usa seus recursos para explorar o mundo, amplia sua percepção sobre o ambiente e sobre si, organiza o pensamento, além de trabalhar seus afetos e sensibilidades. Entre 0 e 2 anos, os bebês praticam os chamados jogos de exercício - as brincadeiras sensório-motoras designadas por Piaget, como quando os pequenos descobrem novos objetos ou imitam os gestos corporais e vocais de seus parceiros mais experientes, colocando em ação um conjunto de condutas que os ajudam a desenvolver suas potencialidades.
Por isso, desde o berçário, o professor deve observar e registrar as ações das crianças ao longo da brincadeira para propor desafios diferenciados, de acordo com a idade e a situação. O controle do corpo, os movimentos, as expressões e a exploração dos cantinhos - espaços da creche intencionalmente organizados para propor desafios - motivam os pequenos.
A partir dos 2 anos, as brincadeiras tradicionais, como as cirandas, são facilmente aprendidas e o faz de conta propicia a criação por meio de uma negociação de significados e regras compartilhadas. Quando brincam de faz de conta as crianças analisam aspectos da vida cotidiana e conquistam espaços de poder que as auxiliam a confrontar o mundo e os adultos. E é o faz de conta uma das principais marca da entrada da criança no jogo simbólico, no universo da cultura e da sociabilidade.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Proponha brincadeiras diárias de esconder; encaixar peças; construir pistas; experimentar as propriedades dos objetos: quais rodam e quais não, quais flutuam e quais não, quais são duros e quais são moles; jogar bola; cirandar; imitar gestos motores e vocais dos companheiros.
MINIGRUPO Brincar todos os dias é fundamental. Organize cirandas e brincadeiras de roda; brincadeiras de esconde-esconde; pega-pega; jogos com bola; faz de conta com uso de fantasias, marionetes e reprodução dos fazeres adultos.
2. Linguagem oral e comunicação
A linguagem é um bem cultural e é através dela que o pensamento humano se organiza. Na Educação Infantil é preciso garantir a constituição de sujeitos falantes por meio das brincadeiras, das cantigas de roda, dos jogos e na interação com os outros. No dia a di da creche é preciso trabalhar a expressividade das crianças intencionalmente.
A fala é o principal instrumento de comunicação dos pequenos com os professores e seus colegas. Desenvolver a oralidade, portanto, é uma das habilidades esperadas nos primeiros anos de escolaridade.
Para dominar a oralidade, os pequenos colocam em jogo muitas competências, como informar fatos, descrever, narrar, explicar, transmiti uma informação a outra pessoa, contar acontecimentos passados, manifestar opiniões, concordar e discordar, predizer, prever, levantar hipóteses, manifestar dúvidas, expressar sentimentos e emoções. Mesmo os bebês são capazes de compreender o que se passa ao redor, antes que comecem a falar. As interações sociais são fundamentais para que os gestos e balbucios evoluam para expressões orais concretas, e o professor tem o dever de acompanhar e estimular todo este processo.
Quanto à linguagem escrita, é o adulto quem mostra às crianças o significado dos livros. Antes mesmo da apreensão dessa linguagem, portanto, as crianças devem ter contato com materiais impressos - seja ouvindo histórias, seja manuseando-os. O objetivo é ampliar o repertório das crianças e ajudá-las a organizar melhor o pensamento.
Leia histórias para as crianças, escreva as histórias contadas oralmente pelos pequenos para que eles produzam seus primeiros textos, estimule a comunicação em grupo, valorize as garatujas e ensine a escrita do nome próprio ainda na pré-escola. A creche deve, também, ser uma porta para a descoberta da funcionalidade da escrita, que desperte a curiosidade e estimule o início do que será adiante desenvolvido como comportamento leitor. Segundo o psicólogo Lev Vygotsky (leia mais sobre Pensadores), é preciso fruir a linguagem que se usa para escrever e, portanto, as práticas de leitura são imprescindíveis na vida diária dos bebês.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO e MINIGRUPO O contexto rico de interações estimula a criança a expressar seus desejos, sentimentos e necessidades por meio do gestos, balbucios e das situações coletivas de comunicação. Organize rodas de conversa e atividades de observação e conte histórias. Deixe, também, que as crianças imitem os colegas e aprendam a organizar instruções para as próprias brincadeiras, seguindo receitas e regras.
3. Desafios corporais
Este eixo trata de um ponto importante de desenvolvimento. Embora os bebês se movimentem desde o nascimento, um longo caminho de aprendizagem precisa ser percorrido para que a criança domine seus movimentos, atribua significações a si, aos outros e ao mundo. As ações reflexas são, aos poucos, substituídas pela complexidade do sistema de coordenação motora - o que pode ser amplamente estimulado pelas brincadeiras e na organização dos cantos na creche, que oferecem obstáculos e desafios à movimentação.
Assim como no desenvolvimento da linguagem, o movimento pode também introduzir a criança no mundo simbólico. É um ato cultural, no qua as crianças tanto imitam, quanto criam. Conhecer o corpo inclui trabalhar diferentes áreas, como as ciências e as artes.
Por isso, o professor deve reconhecer os movimentos da criança sem considerá-los "indisciplina", mas registrando os avanços motores. É indispensável, portanto, que a escola ofereça espaços para a criança rolar, sentar, engatinhar, andar, correr, saltar, segurar objetos e arremessá-los, manipulá-los e encaixá-los.
Mantenha a regularidade das propostas que envolvem os desafios corporais e introduza, se possível, atividades esportivas, de dança e circenses ao cotidiano da creche.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Estimule que os pequenos explorem diferentes espaços através de diversos movimentos, como engatinhar, sentar, manipular objetos, arrastar-se, rolar (circuito de obstáculos: túneis, passar por baixo de..., pneus etc.). A partir da conquista da marcha, as crianças podem aprender a correr, saltar, pular, subir e descer com maior autonomia. MINIGRUPO Propicie a exploração dos desafios oferecidos pelo espaço por meio da coordenação entre movimentos simultâneos. Ofereça, também, orientação corporal com relação às noções de frente, trás, em cima, embaixo, dentro e fora.
4. Exploração do ambiente
Para que as crianças possam aprender e agir sobre o ambiente em que estão inseridas, os cinco sentidos são mobilizados. Desde muito pequenos, os bebês são curiosos e observadores e a creche é o lugar para transformar esta curiosidade em conhecimento - sobre os animais, as plantas, os lugares, a tecnologia e o comportamento humano.
Neste eixo, os pequenos desenvolvem as habilidades para compreender o mundo físico e o social, atribuir explicações para os fenômenos da natureza e da sociedade em que vivem. Começam levando praticamente todos os objetos à boca e, aos poucos, tornam-se capazes de interpretar, de modo bastante particular, fenômenos complexos, como a diferença entre o dia e a noite.
Para tanto, estimule a observação, a construção de problemas de investigação e faça com que as crianças criem, no dia a dia, hipóteses a serem desvendadas. Na pré-escola, os pequenos devem saber como observar fenômenos constantes e esporádicos, distinguir luz e sombra, quente e frio, liso e áspero, escolher critérios de classificação dos objetos, completar modelos e reconhecer materiais diferentes. Brincadeiras, experiências e jogos que envolvam estes conhecimentos são atividades fundamentais.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Proponha brincadeiras com água, areia, terra e pasta de maisena para a exploração de texturas e propriedades dos materiais, como a temperatura e a consistência. Faça com que as crianças reconheçam sons altos e baixos, propicie as explorações de cheiros com alimentos e objetos e apresente situações que ilustrem reações de causa e efeito, por meio de brincadeiras e interações.
MINIGRUPO Deixe que os pequenos atuem sobre objetos e materiais sob sua orientação. Estimule a criação de misturas; a observação de diferenças e semelhanças entre objetos; a elaboração de problemas simples; a convivência com regras; assim como a comparação de características físicas de lugares, pessoas e animais.
5. Identidade e autonomia
A criança se reconhece como tal a partir do reconhecimento do outro. À medida que são atendidos em suas necessidades básicas, os bebês identificam as pessoas que cuidam deles e aprendem a localizar-se no ambiente. Reconhecem que são distintos do restante do mundo ao levar os próprios pés e mãos à boca, antes dos seis meses. Em seguida, passam pelo reconhecimento da própria imagem no espelho, uma passagem fundamental para diferenciar o "eu" do outro.
Nas experiências de cuidado na creche, as crianças aprendem a vestir-se, pentear-se, alimentar-se e fazer sua higiene. Além disso, aprendem a sentir-se bem com esses hábitos. O professor - que é o principal parceiro da criança nas ações de autocuidado e precisa estar ciente do conteúdo simbólico de cada um desses hábitos - deve propiciar atividades contínuas de estímulo à autonomia, pois é com essas experiências que a criança entende as capacidades e inabilidades humanas e compreende as diferenças entre as pessoas como elementos de legitimidade. Com isso, os pequenos constroem sua forma de perceber e reagir às mais diversas situações, de acordo com possíveis regras de sociabilidade.
Na creche, a criança precisa aprender a lidar com a própria segurança. Espera-se que ao final da pré-escola os pequenos tenham hábitos regulares de higiene pessoal, controlem os esfíncteres - abandonando as fraldas por volta dos 2 anos - e auxiliem o adulto a vesti-la. Entre 2 e 3 anos, que expressem suas preferências, alimentem-se com talheres, não coloquem a mão suja na boca, não manuseiem objetos pontiagudos e busquem o próprio conforto. Por isso, a alimentação, a limpeza e organização dos espaços da escola, o conforto dos ambientes, as aprendizagens coletivas e as brincadeiras com água são pontos importantes, que precisam ser amplamente planejados pelos educadores.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO e MINIGRUPO Organize jogos interativos com adultos e crianças; faça com que os pequenos se familiarizem com a própria imagem corporal; estimule a comunicação com diferentes parceiros; ensine a apropriação de regras de convívio social e de hábitos de autocuidado; dialogue para ajudar as crianças a solucionar dúvidas e conflitos e para que reconheçam e respeitem as características físicas e culturais dos colegas.
6. Exploração e linguagem plástica
As crianças pequenas observam e atuam no mundo com curiosidade, sem obedecer a padrões previamente estabelecidos. O contato com as linguagens plásticas desde bebês estimula a capacidade de explorar formas, cores, gestos e sons. Para agir de forma produtiva nesse eixo, é fundamental valorizar a atitude investigativa dos pequenos. Uma creche com ambiente favorável e professores conscientes de que o processo dos pequenos é mais importante do que os produtos resultantes deste processo tende a formar crianças mais abertas a desafio expressivos e, portanto, às artes.
A creche deve propiciar muitos momentos de pesquisa, experimentação e variedade de materiais e suportes - que devem ser apresentados à crianças antes da realização de cada atividade. O trabalho frequente com melecas, giz, tintas feitas à base de pigmentos naturais, em cartazes, nas paredes da creche ou em folhas de papel é essencial.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Propicie o acesso a diferentes manifestações do campo visual - desenho, pintura, fotografia e estimule o reconhecimento e a exploração das primeiras marcas gráficas.
MINIGRUPO Nessa fase a criança forma um repertório de imagens de referência. Por isso, proponha diversas experimentações artísticas co melecas, tintas e misturas, valorize as garatujas e faça com que os pequenos reconheçam os próprios desenhos e explorem as relações de espacialidade.
7. Linguagem musical e expressão corporal
Por volta dos vinte dias de idade os bebês são capazes de reconhecer a voz materna. Antes disso, no entanto, já estão imersos no mundo sonoro e conseguem distinguir a voz humana de outros ruídos. O primeiro contato com a música, nas cantigas e brincadeiras maternas, é essencial para que a criança crie vínculos - fenômeno que tende a ampliar-se no berçário, quando o bebê conhece uma profusão de sons e o professor abre um novo canal comunicativo. As músicas ligadas a gestos e a brincadeiras tornam-se fontes inesgotáveis de exploração. Com alguns meses de vida, a criança passa a chacoalhar, bater e interagir com objetos diversos, em busca de novos sons.
Para que os pequenos desenvolvam percepções de timbre, duração, altura ou intensidade sonora - mesmo que não saibam nomear essas características na creche - o professor deve cantar muito, tanto para o bebê, quanto nas atividades em grupo, além de estimular os pequenos a ouvir música, independentemente da idade. O professor tem a responsabilidade de ampliar o repertório das crianças, apresentando canções regionais e folclóricas. Assim que possível, deve organizar momentos para que as crianças acompanhem o canto utilizando instrumentos, batendo palmas ou coreografando gestos, sem exigir o ritmo exato. Desde cedo, os pequenos são capazes de reconhecer suas canções favoritas pelo movimento corporal. Jogos musicais, canções, parlendas e trava-línguas são boas atividades cotidianas.
Orientações para este eixo
BERÇÁRIO Valorize os momentos de percepção e de reação aos sons ambientes, o reconhecimento de vozes familiares e de músicas favoritas pelo movimento corporal, a produção de sons ao bater, sacudir ou chacoalhar objetos, assim como a utilização do corpo e da própria voz.
MINIGRUPO Proponha desafios de canto - individuais ou em grupo -; jogos e brincadeiras musicais. Relacione a música com a expressão corporal e a dança e ensine às crianças como identificar silêncios, pausas, sons da natureza, da cultura e passagens sonoras. Estimule-os, também, a escolher suas canções favoritas.
Quer saber mais?
Proposta Curricular para Berçários - Educação Infantil. Prefeitura Municipal de São José dos Campos, 2009.
Orientações Curriculares e Expectativas de Aprendizagens para a Educação Infantil Paulistana. Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, 2007.
Metas de aprendizagem - Educação Básica. Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes da Prefeitura Municipal de Junidaí, 2003
CRECHE: Atividade Permanente 5.2.3 Brincadeiras na frente do espelho
Objetivos
- Familiarizar-se com a imagem do corpo.
- Trabalhar imitações, gestos e expressões.
- Construir a identidade.
Tempo estimado
De 15 a 20 minutos por dia.
Material necessário
Dois espelhos grandes (de preferência presos à parede), cartazetes com fotos de diferentes expressões faciais retiradas de revistas ou da internet, aparelho de som, fantasias, bijuterias, chapéus, maquiagem infantil e colchonete.
Flexibilização
Para crianças com deficiência visual
Tocar as diferentes partes do corpo é muito importante para a criança com deficiência visual. Descreva os gestos feitos pelas outras crianças e, nas primeiras vezes, ajude a criança a imitar. Você também pode ampliar o tempo de realização das atividades propostas, permitindo que a criança toque nos colegas. O estímulo auditivo também é fundamental. Músicas, barulhos e comandos sonoros podem ajudar. Na atividade das caretas, você pode trabalhar com sons (todo mundo faz barulho de riso, todo mundo imita choro). Oferecer um espaço adequado para que esta criança também possa desenvolver a sua mobilidade é outra ação fundamental. Organize os cantos da creche de modo que o bebê possa explorar os espaços e localizar-se no ambiente, garantindo a sua progressiva autonomia.
Desenvolvimento
Todas as atividades devem ser feitas em frente aos espelhos, sempre estimulando a observação.
Atividade 1
Incentive os pequenos a observar a própria imagem. Peça que eles toquem diferentes partes do corpo. Proponha brincadeiras como balançar os cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços. Estimule-os a imitar os gestos dos colegas: Vejam a careta do João! Vamos fazer igual?
Atividade 2
Coloque músicas do cancioneiro popular (Caranguejo Não É Peixe, Cabeça, Ombro, Perna e Pé etc.) que abordem partes do corpo ou sugiram movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os colegas.
Atividade 3
Proponha agora a brincadeira seu-mestre-mandou. Com todos em pé, dê os comandos: Cruzar as pernas!, Ajoelhar-se!. A cada posição, estimule-os a se observar e testar possibilidades de movimento.
Atividade 4
Para brincar com expressões faciais, mostre cartazetes com diversas fisionomias. Depois, sugira que a garotada faça caretas variadas.
Atividade 5
Hora do faz-de-conta: sugira que cada um escolha se quer brincar de casinha, fantasiar-se ou maquiar-se. Ofereça novas possibilidades de acessórios e de brincadeiras.
Avaliação
Observe se houve concentração, interação com o espelho e com os colegas e exploração dos gestos e materiais. Sempre que possível, repita a seqüência com outras propostas e brincadeiras.
Consultoria: Caroline Folgar
Coordenadora pedagógica da Creche Gota de Leite, em Santos.
- Familiarizar-se com a imagem do corpo.
- Trabalhar imitações, gestos e expressões.
- Construir a identidade.
Tempo estimado
De 15 a 20 minutos por dia.
Material necessário
Dois espelhos grandes (de preferência presos à parede), cartazetes com fotos de diferentes expressões faciais retiradas de revistas ou da internet, aparelho de som, fantasias, bijuterias, chapéus, maquiagem infantil e colchonete.
Flexibilização
Para crianças com deficiência visual
Tocar as diferentes partes do corpo é muito importante para a criança com deficiência visual. Descreva os gestos feitos pelas outras crianças e, nas primeiras vezes, ajude a criança a imitar. Você também pode ampliar o tempo de realização das atividades propostas, permitindo que a criança toque nos colegas. O estímulo auditivo também é fundamental. Músicas, barulhos e comandos sonoros podem ajudar. Na atividade das caretas, você pode trabalhar com sons (todo mundo faz barulho de riso, todo mundo imita choro). Oferecer um espaço adequado para que esta criança também possa desenvolver a sua mobilidade é outra ação fundamental. Organize os cantos da creche de modo que o bebê possa explorar os espaços e localizar-se no ambiente, garantindo a sua progressiva autonomia.
Desenvolvimento
Todas as atividades devem ser feitas em frente aos espelhos, sempre estimulando a observação.
Atividade 1
Incentive os pequenos a observar a própria imagem. Peça que eles toquem diferentes partes do corpo. Proponha brincadeiras como balançar os cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços. Estimule-os a imitar os gestos dos colegas: Vejam a careta do João! Vamos fazer igual?
Atividade 2
Coloque músicas do cancioneiro popular (Caranguejo Não É Peixe, Cabeça, Ombro, Perna e Pé etc.) que abordem partes do corpo ou sugiram movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os colegas.
Atividade 3
Proponha agora a brincadeira seu-mestre-mandou. Com todos em pé, dê os comandos: Cruzar as pernas!, Ajoelhar-se!. A cada posição, estimule-os a se observar e testar possibilidades de movimento.
Atividade 4
Para brincar com expressões faciais, mostre cartazetes com diversas fisionomias. Depois, sugira que a garotada faça caretas variadas.
Atividade 5
Hora do faz-de-conta: sugira que cada um escolha se quer brincar de casinha, fantasiar-se ou maquiar-se. Ofereça novas possibilidades de acessórios e de brincadeiras.
Avaliação
Observe se houve concentração, interação com o espelho e com os colegas e exploração dos gestos e materiais. Sempre que possível, repita a seqüência com outras propostas e brincadeiras.
Consultoria: Caroline Folgar
Coordenadora pedagógica da Creche Gota de Leite, em Santos.
Respostas para 7 dúvidas sobre o uso da chupeta por crianças
Chega de dúvidas sobre chupeta, que tira o sono dos adultos e ao mesmo tempo acalma tanto as crianças.
Quando o bebê nasce, os pais passam a se questionar sobre os benefícios e os malefícios de oferecer a chupeta a ele. Alguns temem causar depedência, outros pensam em possíveis problemas na dentição e na fala. Na creche, o panorama enfrentado pelos educadores não é diferente. Há muita dúvida e, por causa de tanta indecisão, esse objeto pode acabar ocupando o espaço que não merece, ser proibido radicalmente ou, pior ainda, ficar marcado como um elemento estranho ao ambiente, provocando certa inquietação, que ninguém se arrisca a resolver. Um cenário insustentável, ainda mais porque envolve dois aspectos importantíssimos da Educação Infantil: cuidados com os pequenos e a promoção da autonomia. Confira a seguir as recomendações de especialistas para as dúvidas mais comuns.
1. Para que serve a chupeta?
Ela é uma fonte de relaxamento para os bebês (não é à toa que um dos sinônimos é consolador e o termo em inglês é pacifier, que significa "pacificador"). Segundo explicação do pediatra José Martins Filho no livro Lidando com Crianças, Conversando com os Pais, ela possibilita o movimento de sucção, um bom exercício para o desenvolvimento infantil, pois articula os músculos necessários à fala.
2. Seu uso pode ser permitido na creche?
Sim. "É errado os educadores proibirem que os pequenos chupem chupeta. Não há motivo para isso", explica Maria Paula Zurawski, professora do Instituto de Educação Superior Vera Cruz (ISE Vera Cruz) e assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O objeto desempenha um papel importante na adaptação dos pequenos quando eles começam a frequentar a creche porque é útil para preencher a falta dos pais, funcionando como uma lembrança do ambiente de casa enquanto o vínculo com o educador e com as outras crianças não for estabelecido plenamente.
3. Na hora de dormir, ela pode ser permitida?
Sim, a chupeta ajuda a embalar o descanso dos bebês. Apesar disso, existem outros momentos em que ela não deve ser liberada: durante as atividades e as refeições, já que, além de atrapalhar o desenvolvimento da dicção, pode estimular o comportamento introspectivo, prejudicando a socialização.
4. É papel do educador ajudar as crianças a largar a chupeta?
Sim, mas não há um método para isso. A função do professor é promover a autonomia delas - o abandono do objeto é uma consequência. Cabe ao adulto ainda desenvolver uma relação de confiança com os pequenos para que eles se sintam cada vez mais seguros na creche. Por isso, é importante ter em mente que chupar chupeta é um hábito que deve ser tolerado, mas não incentivado. Para explorar a responsabilidade e a independência de cada um, proponha que, quando forem vetadas, elas sejam guardadas em potes individuais, junto aos demais materiais de uso pessoal. Um alerta: não perca tempo explicando para as crianças os problemas que ela pode acarretar, como dificultar a fala e atrapalhar o crescimento da dentição, na tentativa de fazer com que a larguem. "Até os 3 anos, a relação entre causa e consequência ainda não é bem compreendida", explica Cisele Ortiz, psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
5. Até que idade os pequenos podem usar a chupeta?
Não existe um limite fixo. O bom senso deve prevalecer, afinal, ela é um material de apego, tal como um cobertor ou um brinquedo qualquer que os pequenos costumam adotar para ter por perto durante um tempo. Com um bom trabalho de promoção de autonomia, feito pelos educadores em parceria com a família, é possível ajudá-los a chegar à pré-escola livres dela (leia o plano de trabalho). "Eles gostam de mostrar aos adultos que estão crescendo e, por isso, acabam abandonando a chupeta facilmente quando incentivados", esclarece Adriana Ortigosa, coordenadora da EM Noel Rosa, em Guarulhos, na grande São Paulo.
COM OU SEM CHUPETA? Na hora do sono, ela pode ser permitida, mas, durante as refeições e as atividades, não
6. Quais os efeitos positivos e negativos do objeto?
"Ele é danoso se der origem a uma relação de dependência duradoura", fala Ana Paula Yazbek, formadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo. Por isso, quando a choradeira tomar conta do ambiente, contenha o ímpeto de silenciar a turma oferecendo a chupeta: busque o que está causando o desconforto. "Conversar em vez de dá-la é uma forma de não comprometer o desenvolvimento da capacidade nos pequenos de expressar sentimentos oralmente", diz Maria Paula.
7. O uso deve ser combinado com a família?
Sempre. Se os pais insistirem para que o filho não use a chupeta na creche, explique que se trata de um apego passageiro, porém muito valioso para ele. "Deixe claro que o objeto não prejudica o aprendizado dele em nada. Mas, se ainda assim eles não concordarem com a liberação, diga que é importante permitirem que a criança tenha outro objeto de apego caso ela demonstre essa necessidade.
Reportagem sugerida por 1 leitora: Edna Nery Borbely, São Paulo, SP
Quando o bebê nasce, os pais passam a se questionar sobre os benefícios e os malefícios de oferecer a chupeta a ele. Alguns temem causar depedência, outros pensam em possíveis problemas na dentição e na fala. Na creche, o panorama enfrentado pelos educadores não é diferente. Há muita dúvida e, por causa de tanta indecisão, esse objeto pode acabar ocupando o espaço que não merece, ser proibido radicalmente ou, pior ainda, ficar marcado como um elemento estranho ao ambiente, provocando certa inquietação, que ninguém se arrisca a resolver. Um cenário insustentável, ainda mais porque envolve dois aspectos importantíssimos da Educação Infantil: cuidados com os pequenos e a promoção da autonomia. Confira a seguir as recomendações de especialistas para as dúvidas mais comuns.
1. Para que serve a chupeta?
Ela é uma fonte de relaxamento para os bebês (não é à toa que um dos sinônimos é consolador e o termo em inglês é pacifier, que significa "pacificador"). Segundo explicação do pediatra José Martins Filho no livro Lidando com Crianças, Conversando com os Pais, ela possibilita o movimento de sucção, um bom exercício para o desenvolvimento infantil, pois articula os músculos necessários à fala.
2. Seu uso pode ser permitido na creche?
Sim. "É errado os educadores proibirem que os pequenos chupem chupeta. Não há motivo para isso", explica Maria Paula Zurawski, professora do Instituto de Educação Superior Vera Cruz (ISE Vera Cruz) e assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O objeto desempenha um papel importante na adaptação dos pequenos quando eles começam a frequentar a creche porque é útil para preencher a falta dos pais, funcionando como uma lembrança do ambiente de casa enquanto o vínculo com o educador e com as outras crianças não for estabelecido plenamente.
3. Na hora de dormir, ela pode ser permitida?
Sim, a chupeta ajuda a embalar o descanso dos bebês. Apesar disso, existem outros momentos em que ela não deve ser liberada: durante as atividades e as refeições, já que, além de atrapalhar o desenvolvimento da dicção, pode estimular o comportamento introspectivo, prejudicando a socialização.
4. É papel do educador ajudar as crianças a largar a chupeta?
Sim, mas não há um método para isso. A função do professor é promover a autonomia delas - o abandono do objeto é uma consequência. Cabe ao adulto ainda desenvolver uma relação de confiança com os pequenos para que eles se sintam cada vez mais seguros na creche. Por isso, é importante ter em mente que chupar chupeta é um hábito que deve ser tolerado, mas não incentivado. Para explorar a responsabilidade e a independência de cada um, proponha que, quando forem vetadas, elas sejam guardadas em potes individuais, junto aos demais materiais de uso pessoal. Um alerta: não perca tempo explicando para as crianças os problemas que ela pode acarretar, como dificultar a fala e atrapalhar o crescimento da dentição, na tentativa de fazer com que a larguem. "Até os 3 anos, a relação entre causa e consequência ainda não é bem compreendida", explica Cisele Ortiz, psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
5. Até que idade os pequenos podem usar a chupeta?
Não existe um limite fixo. O bom senso deve prevalecer, afinal, ela é um material de apego, tal como um cobertor ou um brinquedo qualquer que os pequenos costumam adotar para ter por perto durante um tempo. Com um bom trabalho de promoção de autonomia, feito pelos educadores em parceria com a família, é possível ajudá-los a chegar à pré-escola livres dela (leia o plano de trabalho). "Eles gostam de mostrar aos adultos que estão crescendo e, por isso, acabam abandonando a chupeta facilmente quando incentivados", esclarece Adriana Ortigosa, coordenadora da EM Noel Rosa, em Guarulhos, na grande São Paulo.
COM OU SEM CHUPETA? Na hora do sono, ela pode ser permitida, mas, durante as refeições e as atividades, não
6. Quais os efeitos positivos e negativos do objeto?
"Ele é danoso se der origem a uma relação de dependência duradoura", fala Ana Paula Yazbek, formadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo. Por isso, quando a choradeira tomar conta do ambiente, contenha o ímpeto de silenciar a turma oferecendo a chupeta: busque o que está causando o desconforto. "Conversar em vez de dá-la é uma forma de não comprometer o desenvolvimento da capacidade nos pequenos de expressar sentimentos oralmente", diz Maria Paula.
7. O uso deve ser combinado com a família?
Sempre. Se os pais insistirem para que o filho não use a chupeta na creche, explique que se trata de um apego passageiro, porém muito valioso para ele. "Deixe claro que o objeto não prejudica o aprendizado dele em nada. Mas, se ainda assim eles não concordarem com a liberação, diga que é importante permitirem que a criança tenha outro objeto de apego caso ela demonstre essa necessidade.
Reportagem sugerida por 1 leitora: Edna Nery Borbely, São Paulo, SP
sábado, 17 de dezembro de 2011
Pessoas são Presentes !!!!
Vamos falar de gente, de pessoas.
Existe, acaso, algo mais espetacular do que gente?
Pessoas são um presente.
Algumas vêm em embrulhos bonitos, como os presentes de Natal, Páscoa ou festa de aniversário.
Outras vêm em embalagem comum.
E há as que ficaram machucadas no correio...
De vez em quando chega uma registrada.
São os presentes valiosos.
Algumas trazem invólucros fáceis.
De outras, é dificílimo, quase impossível tirar a embalagem.
É fita durex que não acaba mais...
Mas... A embalagem não é o presente.
E tantas pessoas se enganam, confundindo a embalagem com o presente.
Por que será que alguns presentes são tão complicados para a gente abrir?
Talvez porque dentro da bonita embalagem haja muito pouco valor e bastante vazio, bastante solidão.A decepção seria grande.
Também você, amigo.
Também eu, sou um presente para os outros.
Você para mim.
Eu para você.
Quando existe o verdadeiro encontro com alguém, no diálogo, na abertura, na fraternidade, deixamos de ser tão somente embalagens e passamos à categoria de reais presentes.
Nos verdadeiros encontros de fraternidade acontece alguma coisa comovente e essencial: mutuamente nós vamos desembrulhando, desempacotando, revelando...
Você já experimentou essa imensa alegria da vida?
A alegria profunda que nasce do fundo da alma, quando duas pessoas se encontram, virando presente uma para a outra?
Conteúdo interno é segredo para quem se deseja tornar-se presente aos irmãos de estrada e não apenas embalagem...
A verdadeira alegria que a gente sente e não consegue descrever, só nasce no verdadeiro encontro com alguém!
Existe, acaso, algo mais espetacular do que gente?
Pessoas são um presente.
Algumas vêm em embrulhos bonitos, como os presentes de Natal, Páscoa ou festa de aniversário.
Outras vêm em embalagem comum.
E há as que ficaram machucadas no correio...
De vez em quando chega uma registrada.
São os presentes valiosos.
Algumas trazem invólucros fáceis.
De outras, é dificílimo, quase impossível tirar a embalagem.
É fita durex que não acaba mais...
Mas... A embalagem não é o presente.
E tantas pessoas se enganam, confundindo a embalagem com o presente.
Por que será que alguns presentes são tão complicados para a gente abrir?
Talvez porque dentro da bonita embalagem haja muito pouco valor e bastante vazio, bastante solidão.A decepção seria grande.
Também você, amigo.
Também eu, sou um presente para os outros.
Você para mim.
Eu para você.
Quando existe o verdadeiro encontro com alguém, no diálogo, na abertura, na fraternidade, deixamos de ser tão somente embalagens e passamos à categoria de reais presentes.
Nos verdadeiros encontros de fraternidade acontece alguma coisa comovente e essencial: mutuamente nós vamos desembrulhando, desempacotando, revelando...
Você já experimentou essa imensa alegria da vida?
A alegria profunda que nasce do fundo da alma, quando duas pessoas se encontram, virando presente uma para a outra?
Conteúdo interno é segredo para quem se deseja tornar-se presente aos irmãos de estrada e não apenas embalagem...
A verdadeira alegria que a gente sente e não consegue descrever, só nasce no verdadeiro encontro com alguém!
CERTIDÃO DE QUITAÇÃO ELEITORAL (importante).
ESSE É PARA GUARDAR.
Olha só este serviço do TSE. Muito bom.
Já dei fim nas tirinhas e tirei a Certidão de Quitação.
Você ainda guarda aquelas tirinhas de papel, para comprovar
que votou nas últimas eleições?
Afinal de contas sem essa comprovação não dá para tirar Passaporte, CTPS, etc. não é mesmo?
Pois pode mandar suas tirinhas para reciclagem....
Basta apresentar a Certidão de Quitação Eleitoral, que não custa um centavo sequer e você mesmo imprime em sua casa.
Acesse o site abaixo e preencha com os dados que você encontra no seu
Título de Eleitor:
http://www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/quitacao_blank.htm
Gostou ? Então, repasse esta dica...
Olha só este serviço do TSE. Muito bom.
Já dei fim nas tirinhas e tirei a Certidão de Quitação.
Você ainda guarda aquelas tirinhas de papel, para comprovar
que votou nas últimas eleições?
Afinal de contas sem essa comprovação não dá para tirar Passaporte, CTPS, etc. não é mesmo?
Pois pode mandar suas tirinhas para reciclagem....
Basta apresentar a Certidão de Quitação Eleitoral, que não custa um centavo sequer e você mesmo imprime em sua casa.
Acesse o site abaixo e preencha com os dados que você encontra no seu
Título de Eleitor:
http://www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/quitacao_blank.htm
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Mudanças no conselho do Fundef tornarão fiscalização mais transparente
Quinta-feira, 07 de abril de 2005 - 15:45
Tweet - divulgue esta matéria no twitter
Os participantes da primeira reunião do Conselho Nacional do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), ocorrida hoje, 7, debateram a proibição da indicação de parentes do prefeito, do vice e dos secretários ao Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundef.
Este é o texto do Projeto de Lei nº 241/99, do deputado federal Professor Luizinho (PT-SP). A proposta tramita na Câmara dos Deputados, onde é examinada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Redação, em caráter conclusivo. Segundo o autor, a medida é preventiva e não permite, além de parentes do prefeito, que empresas que prestem consultoria ou assessoria à prefeitura trabalhem no conselho.
De acordo com o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Francisco das Chagas, este ano serão investidos R$ 30,5 bilhões para a educação pública por meio do Fundef. Chagas destaca que o projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional vai dar mais transparência à fiscalização e aplicação desse dinheiro.
"Há problemas. Muitas vezes, a prefeitura indica o representante dos professores sem que ele seja escolhido pelos próprios professores. Estamos normatizando essas questões na proposta de lei em tramitação no Congresso Nacional", afirmou o secretário.
Recursos - A lei do Fundef determina que os conselhos tenham, no mínimo, quatro integrantes: um representante da secretaria municipal de educação, um representante de professores e diretores, um pai de aluno e um servidor das escolas públicas do ensino fundamental. Os conselheiros acompanham a transferência dos recursos, controlam a aplicação do dinheiro e supervisionam o censo escolar. A lei diz, ainda, que 60% dos recursos devem ser utilizados no pagamento dos professores.
O secretário Francisco das Chagas informou que é uma obrigação dos poderes federais e municipais constituírem seus conselhos do Fundef e, também, promoverem reuniões periódicas para realizar a fiscalização dos recursos de custeio da educação. Os encontros ocorrem a cada três meses, no âmbito da União.
Sandro Santos
Palavras-chave: mec, notícias, jonalismo, matérias
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Os participantes da primeira reunião do Conselho Nacional do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), ocorrida hoje, 7, debateram a proibição da indicação de parentes do prefeito, do vice e dos secretários ao Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundef.
Este é o texto do Projeto de Lei nº 241/99, do deputado federal Professor Luizinho (PT-SP). A proposta tramita na Câmara dos Deputados, onde é examinada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Redação, em caráter conclusivo. Segundo o autor, a medida é preventiva e não permite, além de parentes do prefeito, que empresas que prestem consultoria ou assessoria à prefeitura trabalhem no conselho.
De acordo com o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Francisco das Chagas, este ano serão investidos R$ 30,5 bilhões para a educação pública por meio do Fundef. Chagas destaca que o projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional vai dar mais transparência à fiscalização e aplicação desse dinheiro.
"Há problemas. Muitas vezes, a prefeitura indica o representante dos professores sem que ele seja escolhido pelos próprios professores. Estamos normatizando essas questões na proposta de lei em tramitação no Congresso Nacional", afirmou o secretário.
Recursos - A lei do Fundef determina que os conselhos tenham, no mínimo, quatro integrantes: um representante da secretaria municipal de educação, um representante de professores e diretores, um pai de aluno e um servidor das escolas públicas do ensino fundamental. Os conselheiros acompanham a transferência dos recursos, controlam a aplicação do dinheiro e supervisionam o censo escolar. A lei diz, ainda, que 60% dos recursos devem ser utilizados no pagamento dos professores.
O secretário Francisco das Chagas informou que é uma obrigação dos poderes federais e municipais constituírem seus conselhos do Fundef e, também, promoverem reuniões periódicas para realizar a fiscalização dos recursos de custeio da educação. Os encontros ocorrem a cada três meses, no âmbito da União.
Sandro Santos
Palavras-chave: mec, notícias, jonalismo, matérias
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Bolsa Alfabetização está com inscrições abertas
Programa é voltado para universidades públicas e privadas em todo o Estado
Estão abertas as inscrições para universidades públicas e privadas de todo o estado interessadas em participar do projeto Bolsa Alfabetização em 2012. A ação integra o programa Ler e Escrever, da Secretaria da Educação, que tem como foco o desenvolvimento da leitura e da escrita dos alunos do ciclo I do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano).
Podem se cadastrar apenas instituições de ensino superior que possuem cursos nas áreas de pedagogia ou letras com habilitação para o magistério, ou ainda de pós-graduação stricto sensu (mestrado/doutorado) na área de didática da alfabetização. As interessadas devem consultar o site do programa Ler e Escrever, verificar a documentação requerida e enviá-la até 28 de dezembro à Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), na avenida São Luís, 99, 15º andar, no centro da capital. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h.
Por meio do projeto, universitários recebem uma bolsa para atuar como alunos-pesquisadores e auxiliar aos professores nas salas de aula de 2º ano do Ensino Fundamental regular e de 4º e 5º anos do Programa Intensivo de Ciclo (PIC) do mesmo nível de ensino das escolas da rede estadual. Para participar, é preciso estar matriculado no curso presencial de letras ou pedagogia, a partir do 2º semestre, em universidade conveniada ao Bolsa Alfabetização.
A instituição de ensino conveniada receberá da Secretaria R$ 700 por classe atendida, dos quais R$ 200 serão destinados à alimentação e transporte do aluno-pesquisador. O convênio tem duração de um ano e, periodicamente, poderá ser renovado, dependendo do interesse da instituição de ensino e da avaliação feita pela Secretaria da Educação.
Programa Ler e Escrever
O Ler e Escrever é um programa da Secretaria de Estado da Educação que tem por objetivo promover a aprendizagem da leitura e da escrita dos alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental (do 1º ao 5º ano). Focado no desenvolvimento da leitura e escrita, dispõe de material auxiliar para uso em sala de aula (títulos literários diversos, revistas, histórias em quadrinho, alfabeto, globo terrestre), além de contar com um professor auxiliar nas classes de 1º e 2º anos do Ensino Fundamental.
O programa possui ações específicas para cada ano/série, visa alfabetizar todas as crianças até os oito anos de idade, assim como possibilitar a recuperação da aprendizagem de leitura e escrita dos demais alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental. A primeira fase do projeto teve início em 2007, com implantação nas escolas da capital e da Grande São Paulo. Como resultado, a alfabetização aos oito anos de idade passou de 87,4% para 90,2% entre 2007 e 2008. Em 2009, o programa foi expandido para o interior e litoral, chegando a todas as escolas de Ciclo I da rede no Estado.
Estão abertas as inscrições para universidades públicas e privadas de todo o estado interessadas em participar do projeto Bolsa Alfabetização em 2012. A ação integra o programa Ler e Escrever, da Secretaria da Educação, que tem como foco o desenvolvimento da leitura e da escrita dos alunos do ciclo I do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano).
Podem se cadastrar apenas instituições de ensino superior que possuem cursos nas áreas de pedagogia ou letras com habilitação para o magistério, ou ainda de pós-graduação stricto sensu (mestrado/doutorado) na área de didática da alfabetização. As interessadas devem consultar o site do programa Ler e Escrever, verificar a documentação requerida e enviá-la até 28 de dezembro à Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), na avenida São Luís, 99, 15º andar, no centro da capital. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h.
Por meio do projeto, universitários recebem uma bolsa para atuar como alunos-pesquisadores e auxiliar aos professores nas salas de aula de 2º ano do Ensino Fundamental regular e de 4º e 5º anos do Programa Intensivo de Ciclo (PIC) do mesmo nível de ensino das escolas da rede estadual. Para participar, é preciso estar matriculado no curso presencial de letras ou pedagogia, a partir do 2º semestre, em universidade conveniada ao Bolsa Alfabetização.
A instituição de ensino conveniada receberá da Secretaria R$ 700 por classe atendida, dos quais R$ 200 serão destinados à alimentação e transporte do aluno-pesquisador. O convênio tem duração de um ano e, periodicamente, poderá ser renovado, dependendo do interesse da instituição de ensino e da avaliação feita pela Secretaria da Educação.
Programa Ler e Escrever
O Ler e Escrever é um programa da Secretaria de Estado da Educação que tem por objetivo promover a aprendizagem da leitura e da escrita dos alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental (do 1º ao 5º ano). Focado no desenvolvimento da leitura e escrita, dispõe de material auxiliar para uso em sala de aula (títulos literários diversos, revistas, histórias em quadrinho, alfabeto, globo terrestre), além de contar com um professor auxiliar nas classes de 1º e 2º anos do Ensino Fundamental.
O programa possui ações específicas para cada ano/série, visa alfabetizar todas as crianças até os oito anos de idade, assim como possibilitar a recuperação da aprendizagem de leitura e escrita dos demais alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental. A primeira fase do projeto teve início em 2007, com implantação nas escolas da capital e da Grande São Paulo. Como resultado, a alfabetização aos oito anos de idade passou de 87,4% para 90,2% entre 2007 e 2008. Em 2009, o programa foi expandido para o interior e litoral, chegando a todas as escolas de Ciclo I da rede no Estado.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Justiça Federal derruba idade mínima de 6 anos para entrar na escola
France Presse
Publicação: 23/11/2011 21:19 Atualização:
Brasília – A Justiça Federal em Pernambuco determinou a suspensão de resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que impedia a matrícula de crianças menores de 6 anos no ensino fundamental. O pedido, em caráter liminar, foi feito pelo Ministério Público Federal no estado. Ação semelhante também foi proposta nesta semana pelo MPF do Distrito Federal.
Segundo o parecer do CNE, aprovado em 2010, o aluno precisa ter 6 anos completos até 31 de março do ano letivo para ser matriculado no 1° ano do ensino fundamental – caso contrário deverá permanecer na educação infantil. Na decisão, o juiz Cláudio Kitner destaca que a resolução “põe por terra a isonomia, deixando que a capacidade de aprendizagem da criança individualmente considerada seja fixada de forma genérica e exclusivamente com base em critério cronológico”.
O magistrado argumentou que permitir que uma criança que completa 6 anos seja matriculada e impedir que outra que faz aniversário um mês depois não o seja “redunda em patente afronta ao princípio da autonomia”. A decisão também questiona a base científica para definição da idade de corte.
De acordo com o CNE, o objetivo da resolução é organizar o ingresso dos alunos no ensino fundamental, já que até então cada rede de ensino fixava uma regra diferente. O colegiado defende que a criança pode ser prejudicada se ingressar precocemente no ensino fundamental sem o desenvolvimento intelectual e social necessário à etapa.
PESSOAL LI ESSA REPORTAGEM E DIVIDO COM VCS!!
PERGUNTO A VCS, SERÁ QUE CABERÁ EM TODO TERRITÓRIO NACIONAL? E AS ESCOLAS DA REDE PRIVADA?? COMO FICARÃO??
SERÁ QUE VAI VIRAR JURISPRUDÊNCIA?
Eu concordo com com a afirmação do magistrado quando diz que: permitir que uma criança que completa 6 anos seja matriculada e impedir que outra que faz aniversário um mês depois não o seja “redunda em patente afronta ao princípio da autonomia”
FONTE: CORREIO BRAZILIENSE
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,12/2011/11/23/interna_brasil,279890/justica-federal-derruba-idade-minima-de-6-anos-para-entrar-na-escola.shtml
Publicação: 23/11/2011 21:19 Atualização:
Brasília – A Justiça Federal em Pernambuco determinou a suspensão de resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que impedia a matrícula de crianças menores de 6 anos no ensino fundamental. O pedido, em caráter liminar, foi feito pelo Ministério Público Federal no estado. Ação semelhante também foi proposta nesta semana pelo MPF do Distrito Federal.
Segundo o parecer do CNE, aprovado em 2010, o aluno precisa ter 6 anos completos até 31 de março do ano letivo para ser matriculado no 1° ano do ensino fundamental – caso contrário deverá permanecer na educação infantil. Na decisão, o juiz Cláudio Kitner destaca que a resolução “põe por terra a isonomia, deixando que a capacidade de aprendizagem da criança individualmente considerada seja fixada de forma genérica e exclusivamente com base em critério cronológico”.
O magistrado argumentou que permitir que uma criança que completa 6 anos seja matriculada e impedir que outra que faz aniversário um mês depois não o seja “redunda em patente afronta ao princípio da autonomia”. A decisão também questiona a base científica para definição da idade de corte.
De acordo com o CNE, o objetivo da resolução é organizar o ingresso dos alunos no ensino fundamental, já que até então cada rede de ensino fixava uma regra diferente. O colegiado defende que a criança pode ser prejudicada se ingressar precocemente no ensino fundamental sem o desenvolvimento intelectual e social necessário à etapa.
PESSOAL LI ESSA REPORTAGEM E DIVIDO COM VCS!!
PERGUNTO A VCS, SERÁ QUE CABERÁ EM TODO TERRITÓRIO NACIONAL? E AS ESCOLAS DA REDE PRIVADA?? COMO FICARÃO??
SERÁ QUE VAI VIRAR JURISPRUDÊNCIA?
Eu concordo com com a afirmação do magistrado quando diz que: permitir que uma criança que completa 6 anos seja matriculada e impedir que outra que faz aniversário um mês depois não o seja “redunda em patente afronta ao princípio da autonomia”
FONTE: CORREIO BRAZILIENSE
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,12/2011/11/23/interna_brasil,279890/justica-federal-derruba-idade-minima-de-6-anos-para-entrar-na-escola.shtml
domingo, 23 de outubro de 2011
Inscrições abertas para cursos de Pós-Graduação a distância com polo em Presidente Venceslau
Neste período, são oferecidos 11 cursos na área de educação, são eles:
• Psicopedagogia
• Ludopedagogia
• Gestão e Docência na Educação Básica
• Gestão e Docência na Educação a Distância
• Educação Especial e Inclusiva
• Supervisão Escolar (Novo!)
• Educação Ambiental
• Ciências Biológicas
• Língua Portuguesa
• História
• Educação Matemática
Fique atento aos valores dos cursos:
Curso Plano Matrícula* Parcela* Total*
Ciências Biológicas/ História/ Língua Portuguesa/ Educação Matemática/ Gestão e Docência na Educação Básica Matrícula + 15 parcelas R$ 99,00 R$ 99,00 R$ 1.584,00
Matrícula + 10 parcelas R$ 142,00 R$ 142,00 R$ 1.562,00
À Vista - R$ 1.426,00 R$ 1.426,00
Psicopedagogia/ Ludopedagogia/ Educação Ambiental/ Gestão e Docência na Educação a Distância/ Supervisão Escolar/ Educação Especial e Inclusiva Matrícula + 15 parcelas R$ 129,00 R$ 129,00 R$ 2.064,00
Matrícula + 10 parcelas R$ 179,00 R$ 179,00 R$ 1.969,00
À Vista - R$ 1.714.00 R$ 1.814,40
*Valor das parcelas se efetuado o pagamento até a data de vencimento
Serão ao todo 8 encontros DURANTE TODO O CURSO
1 para apresentação
Do 2 ao 7 para aplicação das avaliações
E 8 para apresentação do artigo ou monografia.
AS AVALIAÇÕES ocorrem na Associação Comercial e Industrial de Presidente Venceslau a cada 6 semanas.Com apenas 2 questões dissertativas por disciplina.A cada módulo os alunos estudam 2 disciplinas.
Você pode confirmar a legalidade dos nossos cursos através do site do mec siead.mec.gov.br/novosiead/web/site/.
Venha estudar na Universidade Santa Cecília e saia na frente.
O melhor preço da região.
Não perca esta oportunidade...
IFGE-Instituto de Formação e Gestão Educacional
Fone 18-3272-2747/9134-0613/8165-6311/9624-2344 com Ana.
Aproveitem...
• Psicopedagogia
• Ludopedagogia
• Gestão e Docência na Educação Básica
• Gestão e Docência na Educação a Distância
• Educação Especial e Inclusiva
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• Educação Ambiental
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Ciências Biológicas/ História/ Língua Portuguesa/ Educação Matemática/ Gestão e Docência na Educação Básica Matrícula + 15 parcelas R$ 99,00 R$ 99,00 R$ 1.584,00
Matrícula + 10 parcelas R$ 142,00 R$ 142,00 R$ 1.562,00
À Vista - R$ 1.426,00 R$ 1.426,00
Psicopedagogia/ Ludopedagogia/ Educação Ambiental/ Gestão e Docência na Educação a Distância/ Supervisão Escolar/ Educação Especial e Inclusiva Matrícula + 15 parcelas R$ 129,00 R$ 129,00 R$ 2.064,00
Matrícula + 10 parcelas R$ 179,00 R$ 179,00 R$ 1.969,00
À Vista - R$ 1.714.00 R$ 1.814,40
*Valor das parcelas se efetuado o pagamento até a data de vencimento
Serão ao todo 8 encontros DURANTE TODO O CURSO
1 para apresentação
Do 2 ao 7 para aplicação das avaliações
E 8 para apresentação do artigo ou monografia.
AS AVALIAÇÕES ocorrem na Associação Comercial e Industrial de Presidente Venceslau a cada 6 semanas.Com apenas 2 questões dissertativas por disciplina.A cada módulo os alunos estudam 2 disciplinas.
Você pode confirmar a legalidade dos nossos cursos através do site do mec siead.mec.gov.br/novosiead/web/site/.
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Projeto de lei amplia atuação de professores temporários categoria “O” na rede pública estadual
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
O Governo do Estado de São Paulo aprovou em caráter de urgência Projeto de Lei encaminhado pelo Secretario de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, que dispõe das atribuições de professores temporários categoria ‘O’ contratados por prazo determinado de 12 meses em toda a rede de ensino estadual. A partir de agora, caso o prazo em contrato expire durante o período de aulas, estes professores continuarão trabalhando até o final do ano letivo vigente. A medida visa evitar a interrupção do trabalho pedagógico em curso por força do cumprimento do prazo estabelecido pela vigência de contrato e também garantir que as escolas supram eventuais ausências de professores, contando com substitutos disponíveis. No modelo original, o professor podia trabalhar exclusivamente no ano letivo da contratação; se iniciada em março, por exemplo, findaria obrigatoriamente em abril do ano seguinte. Agora, a possibilidade de atuação estende-se, independentemente do período de vigência do contrato, até o encerramento do período letivo regular.
“Os serviços prestados pelos docentes temporários nos termos atuais não devem ser interrompidos, sob a pena de se comprometer todo o trabalho pedagógico em curso. Há também que se possibilitar o prosseguimento da contratação de um ano para o outro, para se ter condição de suprir ausência de professores com substitutos, admitidos sob as novas condições”, afirmou o Secretario Paulo Renato Souza. “As novas medidas vêm ao encontro dos pedidos dos professores temporários, uma reivindicação que achamos justa e estamos atendendo com a nova lei”, complementou.
Cada escola da rede pública estadual funciona de acordo com calendário elaborado a partir das diretrizes e bases da educação nacional, cujas exigências para cumprimento dos mínimos de aulas e dias letivos não levam em consideração o ano civil, mas o ano letivo, nem sempre coincidentes. Com a nova resolução, garante-se a continuidade do processo pedagógico nas escolas de toda a rede. O projeto foi encaminhado em novembro deste ano pelo Departamento de Recursos Humanos – DRHU da Secretaria da Educação e publicado nesta quarta-feira (02/12) no Diário Oficial passando, por força de lei, a vigorar imediatamente
O Governo do Estado de São Paulo aprovou em caráter de urgência Projeto de Lei encaminhado pelo Secretario de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, que dispõe das atribuições de professores temporários categoria ‘O’ contratados por prazo determinado de 12 meses em toda a rede de ensino estadual. A partir de agora, caso o prazo em contrato expire durante o período de aulas, estes professores continuarão trabalhando até o final do ano letivo vigente. A medida visa evitar a interrupção do trabalho pedagógico em curso por força do cumprimento do prazo estabelecido pela vigência de contrato e também garantir que as escolas supram eventuais ausências de professores, contando com substitutos disponíveis. No modelo original, o professor podia trabalhar exclusivamente no ano letivo da contratação; se iniciada em março, por exemplo, findaria obrigatoriamente em abril do ano seguinte. Agora, a possibilidade de atuação estende-se, independentemente do período de vigência do contrato, até o encerramento do período letivo regular.
“Os serviços prestados pelos docentes temporários nos termos atuais não devem ser interrompidos, sob a pena de se comprometer todo o trabalho pedagógico em curso. Há também que se possibilitar o prosseguimento da contratação de um ano para o outro, para se ter condição de suprir ausência de professores com substitutos, admitidos sob as novas condições”, afirmou o Secretario Paulo Renato Souza. “As novas medidas vêm ao encontro dos pedidos dos professores temporários, uma reivindicação que achamos justa e estamos atendendo com a nova lei”, complementou.
Cada escola da rede pública estadual funciona de acordo com calendário elaborado a partir das diretrizes e bases da educação nacional, cujas exigências para cumprimento dos mínimos de aulas e dias letivos não levam em consideração o ano civil, mas o ano letivo, nem sempre coincidentes. Com a nova resolução, garante-se a continuidade do processo pedagógico nas escolas de toda a rede. O projeto foi encaminhado em novembro deste ano pelo Departamento de Recursos Humanos – DRHU da Secretaria da Educação e publicado nesta quarta-feira (02/12) no Diário Oficial passando, por força de lei, a vigorar imediatamente
sábado, 22 de outubro de 2011
GIRASSÓIS E MIOSÓTIS
O girassol é flor raçuda,que enfrenta até a mais violenta intempéries acaba sobrevivendo. Ela quer luz e espaço e em busca desses objetivos, seu corpo se contorce o dia inteiro. O girassol aprendeu a viver com o sole por isso é forte. Já o miosótis é plantinha linda, mas que exige muito mais cuidado. Gosta mais de estufa. O girassol se vira... e como se vira! O miosótis quando se vira, vira errado. Precisa de atenção redobrada. Há filhos girassóis e filhos miosótis. Os primeiros resistem a qualquer crise: descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda. As mães chegam a reclamar da independência desses meninos e meninas, tal a sua capacidade de enfrentar problemas e sair-se bem. Por outro lado, há filhos e filhas miosótis, que sempre precisam de atenção. Todo cuidado é pouco diante deles. Reagem desmesuradamente, melindram-se, são mais egoístas que os demais, ou às vezes, mais generosos e ao mesmo tempo tímidos, caladões, encurralados. Eles estão sempre precisando de cuidados. O papel dos Pais é o mesmo do jardineiro que sabe das necessidades de cada flor, incentiva ou poda na hora certa. De qualquer modo fique atento. Não abandone demais os seus girassóis porque eles também precisam de carinho... e não proteja demais os seus miosótis. Não só as rédeas permanecem com vocês... Mas também a tesoura e o regador! Não negue; mas não dêem tudo que querem! A falta e o excesso de cuidados matam a planta...
As Crianças Aprendem o que Vivem
Se as crianças vivem em meio a críticas,
aprenderão a condenar.
Se as crianças vivem em meio à hostilidade,
aprenderão a brigar.
Se as crianças vivem sendo ridicularizadas,
irão se tornar tímidas.
Se as crianças vivem com vergonha,
aprenderão o sentimento de culpa.
Se as crianças vivem onde há incentivo,
aprenderão a confiança.
Se as crianças vivem onde ocorre a tolerância,
aprenderão a paciência.
Se as crianças vivem onde há elogios,
aprenderão a apreciação.
Se as crianças vivem onde há aceitação,
aprenderão a amar.
Se as crianças vivem onde há aprovação,
aprenderão a gostar de si mesmos.
Se as crianças vivem onde há honestidade,
aprenderão a veracidade.
Se as crianças vivem com segurança,
aprenderão a crer em si mesmas e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem em um ambiente de amizade,
aprenderão que o mundo é um lugar bom para se viver.
Prof.ª GRAÇA
aprenderão a condenar.
Se as crianças vivem em meio à hostilidade,
aprenderão a brigar.
Se as crianças vivem sendo ridicularizadas,
irão se tornar tímidas.
Se as crianças vivem com vergonha,
aprenderão o sentimento de culpa.
Se as crianças vivem onde há incentivo,
aprenderão a confiança.
Se as crianças vivem onde ocorre a tolerância,
aprenderão a paciência.
Se as crianças vivem onde há elogios,
aprenderão a apreciação.
Se as crianças vivem onde há aceitação,
aprenderão a amar.
Se as crianças vivem onde há aprovação,
aprenderão a gostar de si mesmos.
Se as crianças vivem onde há honestidade,
aprenderão a veracidade.
Se as crianças vivem com segurança,
aprenderão a crer em si mesmas e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem em um ambiente de amizade,
aprenderão que o mundo é um lugar bom para se viver.
Prof.ª GRAÇA
BATER BOCA COM O ALUNO
Quer você seja um Professor recém formado ou veterano, tenho certeza que já vivenciou, alguma, ou várias situações envolvendo ” bate boca” com aluno. Provavelmente você ficou estressada, perdeu tempo, atrasou o planejamento , desentendeu-se com os Pais do aluno, levou bronca da Coordenação, desgastou-se e…. não chegou a lugar nenhum.
Na verdade, essas situações potencializam a indisciplina já existente na sala de aula, pois drena todas as forças, motivação, interesse e paciência do Professor.
Mas, para compreendermos como lidar com situações de “bate boca” é preciso conhecermos como elas se desenrolam e o que as desencadeia, para que possamos definitivamente combatê-las e extirpa-las.
O que é o “bate-boca” ?:
Coloquialmente denominamos de “bate boca” toda discussão verbal, que ocorre de forma acalorada com a troca de palavras ásperas, e no final das contas não se resolve nada, portanto mostram-se inúteis. Quando discussões deste tipo ocorrem na sala de aula servem para tumultuar e deixar todos de ânimos exaltados.
Tipos de bate boca:
Existem três grandes gatilhos que prenunciam que um “bate boca” vai começar, são eles:
1)Fazer perguntas redundantes:
Átila, porque você está conversando? Já não falei que é para fazer a lição ? “
Parece familiar ? Pois é, eu também já fiz perguntas desse tipo. Quando fazemos perguntas redundantes é como se, implicitamente, disséssemos aos nossos alunos :
“ Átila, farei uma pergunta redundante para que você possa distorcê-la e manipular-me e quem sabe até ficar com o controle da situação, talvez a sala inteira até divirta-se às minhas custas se você complementar com alguma gracinha no final “.
Ao fazer uma pergunta redundante, que tipo de resposta você acha que obterá do aluno ?
“ Sabe “Pro”, converso porque eu não estou a fim de assistir sua aula, então prefiro “papear” com os meus colegas ao invés de prestar atenção no que você fala”.
Com certeza não era a resposta que você esperaria receber ! No entanto é a resposta que você obterá na maioria das vezes.
Usar perguntas redundantes, achando que estará disciplinando efetivamente, é uma ilusão, e o que é pior, você abrirá uma brecha para ser manipulada e tornar-se o alvo das chacotas por parte dos alunos.
2)Argumentar com aluno
Professor: “ Atila, já falei que você não pode sair da sala ”
Átila: “ mas por quê não ? “
Professor: “ Porque você tem de esperar o horário do intervalo”
Átila: “ porque então você deixou o Ivan sair ? “
Professor: “ Porque o caso dele é diferente “
Átila: “ diferente por quê? Eu também preciso ir .
Qualquer situação onde o Professor entra em uma argumentação sem fim, inevitavelmente, acabará em “bate boca”. Não demorará muito para ambos os lados estarem exaltados, com voz alterada e trocando ofensas.
3)Pedir justificativas
Quando o Professor exige que o aluno justifique o injustificável, está pedindo para ouvir o que não quer.
Professor: “ Atila, porque você colou chiclete no cabelo da colega ? “
Átila: “ Porque ela é uma chata”
Professor: “ Ivan, porque você colou na prova ? “
Ivan: “ Não era cola, foi só um lembrete caso eu esquecesse das respostas”
Professor: “ Porque você estava brincando na aula de Matemática ? “
Ivan: “ Eu não estava brincando, estava explicando para meu amigo um novo passo de dança “.
Situações que provocam o aparecimento do “bate boca”:
Como já foi dito anteriormente, algumas situações de indisciplina são potencializadas pela nossa postura, no entanto outros fatores também contribuem para o aparecimento do “bate boca” dentro da sala de aula entre aluno e Professor, tais como:
- aluno chega irritado de casa ou da rua
- aluno que ouve os Pais depreciarem o trabalho do Professor
- Professor que já está esgotado de dar várias aulas seguidas
- quando a turma ignora o Professor
- quando o trabalho do Professor é depreciado pela Direção/Coordenação
- quando o Professor demonstra-se inseguro ao entrar na sala de aula
- quando o Professor é permissivo ou quando é autoritário
- quando o aluno sabe que os Pais virão à Escola para reclamar do Professor com a Direção
Como agir :
Por muito tempo eu ficava aflita e apreensiva, pois essas situações me angustiavam. Com o passar do tempo e depois de muito tropeçar e cair cheguei a constatação que lidar com tudo isso requeria um conjunto de medidas que não estavam em minhas mãos, e sim nas mãos do Gestor, e até do Poder Público.
Seria ótimo se na minha Escola eu pudesse contar com:
- Um Orientador Educacional
- Um Programa de Saúde/Qualidade de Vida para Professores
- Um salário digno que possibilitasse que eu permanecesse em dedicação exclusiva em apenas uma Escola
- Que a minha Escola tivesse implantado uma Escola de Pais, onde as Famílias aprenderiam mais sobre educar os filhos e seriam cobradas por isso.
- Que os Gestores tivessem mais preparo técnico quanto a gestão administrativa e pedagógica da Escola
Mas, como boa parte destas medidas, infelizmente, ainda é uma utopia, até mesmo para os dias de hoje, resolvi investir em medidas em que EU pudesse controlar e implantar.
Assim, além de evitar tudo o que foi exposto acima, passei a dar ao aluno a DIREÇÃO do que ele deveria fazer.
Ao constatar que o Átila estava conversando, eu não perguntava, não queria mais justificativas, e muito menos entrava em argumentação com o aluno. Simplesmente ele era informado do que deveria fazer.
Professor: “Átila, este não é o momento para conversa. Retome a sua tarefa, pois dentro de X minutos, você e mais 5 colegas realizarão a correção dos exercícios no quadro negro “
A minha dica é, diariamente temos de aprender com nossos erros e procurar tirar proveito deles para criar novas ferramentas, estratégias que nos auxiliem a implementar as mudanças em nossa postura, e principalmente revermos e ampliarmos nosso conhecimento técnico sobre gerenciamento da sala de aula, relacionamento interpessoal, resolução de conflito e novas práticas de ensino.
Se essas dicas foram úteis para você, comente no blog.
Na verdade, essas situações potencializam a indisciplina já existente na sala de aula, pois drena todas as forças, motivação, interesse e paciência do Professor.
Mas, para compreendermos como lidar com situações de “bate boca” é preciso conhecermos como elas se desenrolam e o que as desencadeia, para que possamos definitivamente combatê-las e extirpa-las.
O que é o “bate-boca” ?:
Coloquialmente denominamos de “bate boca” toda discussão verbal, que ocorre de forma acalorada com a troca de palavras ásperas, e no final das contas não se resolve nada, portanto mostram-se inúteis. Quando discussões deste tipo ocorrem na sala de aula servem para tumultuar e deixar todos de ânimos exaltados.
Tipos de bate boca:
Existem três grandes gatilhos que prenunciam que um “bate boca” vai começar, são eles:
1)Fazer perguntas redundantes:
Átila, porque você está conversando? Já não falei que é para fazer a lição ? “
Parece familiar ? Pois é, eu também já fiz perguntas desse tipo. Quando fazemos perguntas redundantes é como se, implicitamente, disséssemos aos nossos alunos :
“ Átila, farei uma pergunta redundante para que você possa distorcê-la e manipular-me e quem sabe até ficar com o controle da situação, talvez a sala inteira até divirta-se às minhas custas se você complementar com alguma gracinha no final “.
Ao fazer uma pergunta redundante, que tipo de resposta você acha que obterá do aluno ?
“ Sabe “Pro”, converso porque eu não estou a fim de assistir sua aula, então prefiro “papear” com os meus colegas ao invés de prestar atenção no que você fala”.
Com certeza não era a resposta que você esperaria receber ! No entanto é a resposta que você obterá na maioria das vezes.
Usar perguntas redundantes, achando que estará disciplinando efetivamente, é uma ilusão, e o que é pior, você abrirá uma brecha para ser manipulada e tornar-se o alvo das chacotas por parte dos alunos.
2)Argumentar com aluno
Professor: “ Atila, já falei que você não pode sair da sala ”
Átila: “ mas por quê não ? “
Professor: “ Porque você tem de esperar o horário do intervalo”
Átila: “ porque então você deixou o Ivan sair ? “
Professor: “ Porque o caso dele é diferente “
Átila: “ diferente por quê? Eu também preciso ir .
Qualquer situação onde o Professor entra em uma argumentação sem fim, inevitavelmente, acabará em “bate boca”. Não demorará muito para ambos os lados estarem exaltados, com voz alterada e trocando ofensas.
3)Pedir justificativas
Quando o Professor exige que o aluno justifique o injustificável, está pedindo para ouvir o que não quer.
Professor: “ Atila, porque você colou chiclete no cabelo da colega ? “
Átila: “ Porque ela é uma chata”
Professor: “ Ivan, porque você colou na prova ? “
Ivan: “ Não era cola, foi só um lembrete caso eu esquecesse das respostas”
Professor: “ Porque você estava brincando na aula de Matemática ? “
Ivan: “ Eu não estava brincando, estava explicando para meu amigo um novo passo de dança “.
Situações que provocam o aparecimento do “bate boca”:
Como já foi dito anteriormente, algumas situações de indisciplina são potencializadas pela nossa postura, no entanto outros fatores também contribuem para o aparecimento do “bate boca” dentro da sala de aula entre aluno e Professor, tais como:
- aluno chega irritado de casa ou da rua
- aluno que ouve os Pais depreciarem o trabalho do Professor
- Professor que já está esgotado de dar várias aulas seguidas
- quando a turma ignora o Professor
- quando o trabalho do Professor é depreciado pela Direção/Coordenação
- quando o Professor demonstra-se inseguro ao entrar na sala de aula
- quando o Professor é permissivo ou quando é autoritário
- quando o aluno sabe que os Pais virão à Escola para reclamar do Professor com a Direção
Como agir :
Por muito tempo eu ficava aflita e apreensiva, pois essas situações me angustiavam. Com o passar do tempo e depois de muito tropeçar e cair cheguei a constatação que lidar com tudo isso requeria um conjunto de medidas que não estavam em minhas mãos, e sim nas mãos do Gestor, e até do Poder Público.
Seria ótimo se na minha Escola eu pudesse contar com:
- Um Orientador Educacional
- Um Programa de Saúde/Qualidade de Vida para Professores
- Um salário digno que possibilitasse que eu permanecesse em dedicação exclusiva em apenas uma Escola
- Que a minha Escola tivesse implantado uma Escola de Pais, onde as Famílias aprenderiam mais sobre educar os filhos e seriam cobradas por isso.
- Que os Gestores tivessem mais preparo técnico quanto a gestão administrativa e pedagógica da Escola
Mas, como boa parte destas medidas, infelizmente, ainda é uma utopia, até mesmo para os dias de hoje, resolvi investir em medidas em que EU pudesse controlar e implantar.
Assim, além de evitar tudo o que foi exposto acima, passei a dar ao aluno a DIREÇÃO do que ele deveria fazer.
Ao constatar que o Átila estava conversando, eu não perguntava, não queria mais justificativas, e muito menos entrava em argumentação com o aluno. Simplesmente ele era informado do que deveria fazer.
Professor: “Átila, este não é o momento para conversa. Retome a sua tarefa, pois dentro de X minutos, você e mais 5 colegas realizarão a correção dos exercícios no quadro negro “
A minha dica é, diariamente temos de aprender com nossos erros e procurar tirar proveito deles para criar novas ferramentas, estratégias que nos auxiliem a implementar as mudanças em nossa postura, e principalmente revermos e ampliarmos nosso conhecimento técnico sobre gerenciamento da sala de aula, relacionamento interpessoal, resolução de conflito e novas práticas de ensino.
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Projeto Político Pedagógico (PPP) By Roseli Brito
O ano começa, e com ele novas perspectivas se abrem e nos enchem de expectativas. Com o trabalho pedagógico é a mesma coisa. Analisamos o ano que passou, o que deu certo e o que não deu, e levantamos novas idéias para implantar de modo que as coisas transcorram de modo diferente e que os resultados esperados sejam alcançados.
Talvez você tenha tido um lampejo intuitivo na virada do ano, naquele momento onde fazemos um sem número de promessas, e listou várias metas tais como emagrecer, comprar uma casa, fazer uma viagem, mudar de emprego, ser um Professor melhor, inovar mais dentro da sala de aula, coordenar de modo mais justo e competente, orientar melhor, enfim dar uma guinada e fazer diferente muitas coisas no ano que começa.
No entanto para que essas novas idéias ou metas sejam uma realidade elas precisam ser estudadas, planejadas, elaboradas, implantadas e acompanhadas. Como isso é feito ?
Sem querer desanimar, já lhe adianto que só pensamento positivo não vai resolver. Assim como na construção de uma casa você precisa de uma PLANTA, também é assim dentro da Escola, e essa planta chama-se Projeto Político Pedagógico, ou comumente conhecido como PPP.
Da mesma forma que não construímos uma casa sozinhos, precisamos de pessoas e dos recursos adequados físicos, materiais e financeiros, assim também é com o Projeto Político Pedagógico. Muitas pessoas devem fazer parte na elaboração, definição, implantação e acompanhamento desta “ planta” .
Em pesquisa recente realizada com os Coordenadores sobre a seguinte questão:
Qual o seu maior problema na elaboração do PPP ? As respostas foram:
- Não tem idéia do que seja o PPP pois nunca participou da elaboração
- Ter de fazer sozinha porque a Equipe não se envolve e não quer participar
- Não consegue implementar as metas definidas no PPP
- Falta de conhecimento para elaborar
- Falta de definição de objetivos claros
- Falta de apoio e orientação da Direção e da Secretaria de Educação
- Falta de recursos físicos e financeiros para implementar as metas do PPP
- Documento que só serve para ficar no papel
Quer você esteja em uma Escola Pública, Particular ou Filantrópica, e tem de dar conta do processo educativo, a sua Escola tem de elaborar o PPP.
Os Professores, Equipe de apoio, Gestores, Coordenadores, alunos, comunidade não se envolvem, não participam porque não sabem o que é, para que serve, e no que o PPP contribui para o trabalho escolar. Cabe ao Supervisor, Diretor, Gestor e Coordenador buscar ferramentas apropriadas e novas estratégias para fazer isso.
Se para você ainda não está claro o que é o PPP, aqui vai uma definição bem simples e objetiva: “ o PPP é a identidade da Escola, o retrato da comunidade onde está inserida e estabelece as ações e os caminhos que a Escola usará para ensinar com qualidade “
Não é um documento para ficar empoeirado dentro da gaveta do Diretor, também não é um documento para vir “ pronto” da Secretaria da Educação e muito menos não é um documento onde apenas uma pessoa elabora sozinha.
Ao criar uma planta para a construção de uma casa é preciso levantar os custos dos materiais que serão necessários. No PPP cada meta idealizada precisa de um plano de ação para sua implementação bem como um descritivo dos custos envolvidos para executá-la. Na construção de uma casa você coloca prazo para cada etapa da construção, no PPP é preciso criar ações de monitoramento para correção do rumo, e intervenções necessárias que garantam o cumprimento das metas estabelecidas inicialmente.
De quem é a responsabilidade? Supervisor de Ensino, Diretor, Gestor, Coordenador, Professores, Equipe de Apoio, Alunos e suas Famílias. Todos tem um papel a desempenhar dentro do PPP, todos precisam ser monitorados, avaliados, cobrados e responsabilizados no cumprimento, ou não, das metas.
Cada indivíduo é peça determinante para que os objetivos traçados no PPP sejam atingidos, se na sua Escola há pessoas que ainda desconhecem a razão de estarem lá, que não sabem porque tem de desempenhar as tarefas de um determinado jeito, talvez aí esteja a razão das dificuldades de cumprimento de metas no que tange ao ensino de qualidade, participação da família e envolvimento da comunidade.
Lembre-se: “ Se você falha em não Planejar, já planeja falhar “ Fique a vontade para comentar!
Talvez você tenha tido um lampejo intuitivo na virada do ano, naquele momento onde fazemos um sem número de promessas, e listou várias metas tais como emagrecer, comprar uma casa, fazer uma viagem, mudar de emprego, ser um Professor melhor, inovar mais dentro da sala de aula, coordenar de modo mais justo e competente, orientar melhor, enfim dar uma guinada e fazer diferente muitas coisas no ano que começa.
No entanto para que essas novas idéias ou metas sejam uma realidade elas precisam ser estudadas, planejadas, elaboradas, implantadas e acompanhadas. Como isso é feito ?
Sem querer desanimar, já lhe adianto que só pensamento positivo não vai resolver. Assim como na construção de uma casa você precisa de uma PLANTA, também é assim dentro da Escola, e essa planta chama-se Projeto Político Pedagógico, ou comumente conhecido como PPP.
Da mesma forma que não construímos uma casa sozinhos, precisamos de pessoas e dos recursos adequados físicos, materiais e financeiros, assim também é com o Projeto Político Pedagógico. Muitas pessoas devem fazer parte na elaboração, definição, implantação e acompanhamento desta “ planta” .
Em pesquisa recente realizada com os Coordenadores sobre a seguinte questão:
Qual o seu maior problema na elaboração do PPP ? As respostas foram:
- Não tem idéia do que seja o PPP pois nunca participou da elaboração
- Ter de fazer sozinha porque a Equipe não se envolve e não quer participar
- Não consegue implementar as metas definidas no PPP
- Falta de conhecimento para elaborar
- Falta de definição de objetivos claros
- Falta de apoio e orientação da Direção e da Secretaria de Educação
- Falta de recursos físicos e financeiros para implementar as metas do PPP
- Documento que só serve para ficar no papel
Quer você esteja em uma Escola Pública, Particular ou Filantrópica, e tem de dar conta do processo educativo, a sua Escola tem de elaborar o PPP.
Os Professores, Equipe de apoio, Gestores, Coordenadores, alunos, comunidade não se envolvem, não participam porque não sabem o que é, para que serve, e no que o PPP contribui para o trabalho escolar. Cabe ao Supervisor, Diretor, Gestor e Coordenador buscar ferramentas apropriadas e novas estratégias para fazer isso.
Se para você ainda não está claro o que é o PPP, aqui vai uma definição bem simples e objetiva: “ o PPP é a identidade da Escola, o retrato da comunidade onde está inserida e estabelece as ações e os caminhos que a Escola usará para ensinar com qualidade “
Não é um documento para ficar empoeirado dentro da gaveta do Diretor, também não é um documento para vir “ pronto” da Secretaria da Educação e muito menos não é um documento onde apenas uma pessoa elabora sozinha.
Ao criar uma planta para a construção de uma casa é preciso levantar os custos dos materiais que serão necessários. No PPP cada meta idealizada precisa de um plano de ação para sua implementação bem como um descritivo dos custos envolvidos para executá-la. Na construção de uma casa você coloca prazo para cada etapa da construção, no PPP é preciso criar ações de monitoramento para correção do rumo, e intervenções necessárias que garantam o cumprimento das metas estabelecidas inicialmente.
De quem é a responsabilidade? Supervisor de Ensino, Diretor, Gestor, Coordenador, Professores, Equipe de Apoio, Alunos e suas Famílias. Todos tem um papel a desempenhar dentro do PPP, todos precisam ser monitorados, avaliados, cobrados e responsabilizados no cumprimento, ou não, das metas.
Cada indivíduo é peça determinante para que os objetivos traçados no PPP sejam atingidos, se na sua Escola há pessoas que ainda desconhecem a razão de estarem lá, que não sabem porque tem de desempenhar as tarefas de um determinado jeito, talvez aí esteja a razão das dificuldades de cumprimento de metas no que tange ao ensino de qualidade, participação da família e envolvimento da comunidade.
Lembre-se: “ Se você falha em não Planejar, já planeja falhar “ Fique a vontade para comentar!
Dia do servidor público
Ponto Facultativo - Dia do Servidor Público Estadual
sexta-feira, 21 de outubro de 2011 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 121 (200) – 3
DECRETO Nº 57.454, DE 20 DE OUTUBRO DE 2011
Dispõe sobre o expediente nas repartições públicas estaduais no dia 28 de outubro de 2011 e dá providências correlatas
GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e considerando que o dia 28 de outubro é data consagrada às comemorações do “Dia do Funcionário Público”,
Decreta:
Artigo 1º - Fica declarado facultativo o expediente nas repartições públicas estaduais pertencentes à Administração Direta e Autarquias no dia 28 de outubro de 2011 - sexta-feira.
Artigo 2º - O disposto neste decreto não se aplica às repartições públicas estaduais que prestam serviços essenciais e de interesse público, que tenham o funcionamento ininterrupto.
Artigo 3º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 121 (200) – 3
DECRETO Nº 57.454, DE 20 DE OUTUBRO DE 2011
Dispõe sobre o expediente nas repartições públicas estaduais no dia 28 de outubro de 2011 e dá providências correlatas
GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e considerando que o dia 28 de outubro é data consagrada às comemorações do “Dia do Funcionário Público”,
Decreta:
Artigo 1º - Fica declarado facultativo o expediente nas repartições públicas estaduais pertencentes à Administração Direta e Autarquias no dia 28 de outubro de 2011 - sexta-feira.
Artigo 2º - O disposto neste decreto não se aplica às repartições públicas estaduais que prestam serviços essenciais e de interesse público, que tenham o funcionamento ininterrupto.
Artigo 3º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.
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